terça-feira, 8 de novembro de 2016

BRASÍLIA (DF) E FORTALEZA (CE) NA ENDOMARCHA 2017!!

Logo oficial da EndoMarcha 2017!

Depois da entrada de Salvador, ana Bahia, e de Maringá, no Paraná, mais duas cidades estarão na EndoMarcha Time Brasil 2017: Brasília, no Distrito Federal, e Fortaleza, no Ceará. Brasília participou da primeira edição, em 2014, quando eu fui para lá e marchei da capital federal, pois no dia da marcha tivemos reunião na Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. A Ana Karenina, que já contou sua história com a endometriose no A Endometriose e Eu, assume a coordenação da EndoMarcha Brasília.

Já a capital cearense será coordenada pela Liana, cofundadora do Grupo de Apoio às Portadoras de Endometriose do Ceará (GAMPECE). Com a entrada destas duas capitais a EndoMarcha 2017 até o momento será realizada em 12 cidades, de 10 diferentes estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Londrina, Maringá, todas no Paraná, Campo Grande (MS), Porto Alegre (SC), Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Salvador (BA), Fortaleza (CE), Brasília (DF).

Este é o "nosso" momento de unir nossas forças, de unir nossas vozes num só coro, em prol de nós mesmas, de nossas filhas, de nossas netas... A menina que tem parente de primeiro grau com endometriose tem sete vezes mais chances de desenvolver a doença que àquelas que não têm. Não adianta reclamar sem ação. Este é o nosso momento. Afinal, a marcha é para nós, portadoras, lutar pelos nossos direitos e também para conscientizar a sociedade sobre seus sintomas, pois só assim há de ter o diagnóstico precoce. Não adianta se fechar em grupos e ficar em casa reclamando. Precisamos agir, de sair do mundo virtual e para o real, sair às ruas e mostrar nossa "cara". 

No dia 25 de março junte-se a nós na EndoMarcha 2017. Ou você vai querer continuar invisível para a sociedade? Pense nisso e venha marchar conosco! Se você ainda não se inscreveué rápido e gratuitoclique aqui e ajude a salvar milhões de vidas que estão caladas e sofrendo com a endometriose. Chega de silêncio! Leia aqui para que serve o Cadastro dos Voluntários. Conto com a participação de todos. A união faz a força e juntas somos mais fortes! Beijo carinhoso!! A capitã, Caroline Salazar


sábado, 5 de novembro de 2016

5 MILHÕES DE ACESSOS NO BLOG! MUITO OBRIGADA PELA AUDIÊNCIA!


O dia de hoje vai entrar para a história do A Endometriose e Eu. Pois foi o dia que atingimos a marca recorde de 5 milhões de acessos! No dia 29 de agosto batemos o recorde de 25 mil acessos num único dia, com o meu texto autoral "Como a endometriose afeta o psicológico de uma mulher". Sabe quando imaginei tudo isso? Nunca! Mas quando trabalhamos com amor, com carinho, com honestidade e integridade alcançamos resultados positivos. O A Endometriose e Eu é fruto de muito carinho e amor, tanto meu quanto dos meus colaboradores-voluntários. Foram mais de um milhão de acessos nos últimos seis meses. E todo esse sucesso do blog é graças a vocês, leitores, que acessam o blog diariamente, que partilham conosco sua história, suas lutas e suas angústias, que compartilham nossos textos, que fazem todos os dias eu levantar e ter prazer de trabalhar aqui, levando ainda mais informações sobre a endometriose, seja escrevendo ou editando. Afinal quando trabalhamos com que amamos, trabalhamos felizes, de bem com a vida e o trabalho passa a ser prazeroso. Era um sonho unir meu trabalho de jornalista no blog. Eu amo o que faço. E agradeço a Deus o dom que Ele me deu e por cada dia me capacitar ainda mais para esta minha grande missão de vida. 


Cada texto é pensado e repensado para levar informação de qualidade às endomulheres, aos endomaridos e à toda família das portadoras de endometriose. A mensagem de fé, de esperança e de perseverança que o blog passa faz o sucesso de cada artigo postado aqui. O A Endometriose e Eu é um grande amigo das portadoras de endometriose. Aqui elas encontram consolo, o blog acalenta corações aflitos e desesperançosos. Por isso, cada comentário, cada compartilhamento é uma grande emoção para todos nós. Nunca imaginei que este trabalho despretensioso, acalentaria tantos corações, que renovaria a esperança e a fé de muitas mulheres. Agradeço a Deus por esta oportunidade, por Ele ter me dado a sabedoria das palavras e por ter encontrado no meio do caminho pessoas maravilhosas que hoje são colaboradores fundamentais no blog. Agradeço também todos os dias tudo que passei, todo sofrimento, pois sem meus obstáculos eu não teria idealizado o blog. Hoje, a homenagem é para todos que fazem do blog, o mais lido do mundo sobre endometriose.

Nossa missão: educar e conscientizar a família da portadora e toda a sociedade acerca da endometriose. Dar suporte, acolher, aconselhar e acalentar as pessoas que nos procuram, seja portadora, como também seus familiares. E nossa principal missão além de passar a informação correra sobre a doença é tornar a endometriose uma doença reconhecida como social e de saúde pública pelos nossos governantes. Ter leis para que as portadoras passam a ter seus direitos como todo cidadão tem por direito. Vamos continuar com fé, caminhando juntos, com bondade, com generosidade e muita honestidade. Porque tudo que é honesto dá certo, vai pra frente. Agradeço a Deus e a todos pelo blog ser hoje referência mundial em endometriose! Beijo carinhoso!! Caroline Salazar e equipe!

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

A HISTÓRIA DA LEITORA ADOLESCENTE CLARA FLAVIANE, DE 16 ANOS, E SUA ENDOMETRIOSE!!

A história de Clara Flaviane, de 16 anos, mostra que a endometriose não tem idade
No fim de setembro recebi por email um breve relato da paulista Clara Flaviane, de 16 anos, de Caçapava, interior de São Paulo, contando como as dores da endometriose estão arruinando sua vida de adolescente. Pois é, você leu bem. Já falamos no blog sobre o tema - leia o texto do médico e cientista americano doutor David Redwine e do cientista inglês Matthew Rosser. Infelizmente a endometriose pode acometer qualquer mulher, até mesmo as mais jovens. Estima-se que 2/3 das adolescentes que sofrem com dor pélvica crônica e dismenorreia  (dor durante a menstruação) têm endometriose, destas 1/3 tem a doença de moderada a severa. Além dos fortes sintomas, Clara tem parentes com a doença, ou seja, mais um motivo para desconfiar que ela poderia ter a doença. 

Mas, infelizmente, o preconceito e o julgamento estão enraizados em nossa cultura, e por muitos médicos acharem que a doença só acomete mulheres mais velhas ou em idade reprodutiva (que vai dos 15 anos 44 anos), a Clara e tantas outras adolescentes continuam a sofrer por conta da endometriose. Prontamente convidei Clara para relatar aqui sua "ainda" breve história com a endo, pois sei que muitas meninas irão se identificar com seu testemunho. Confesso que em muitos momentos me vi na história de Clara. Quantas e quantas vezes precisaram me carregar para ir da escola para casa por conta das fortes dores que eu sentia. E só eu sentia essas dores, minhas amigas não sentiam! Isso também aconteceu com Clara. E acontecem com muitas por aí. Por ser menor de idade pedi autorização à sua mãe, Roselaine Santos Ferreira, que permitiu a publicação no A Endometriose e Eu. Está mais que comprovado que a  endometriose não tem idade. Beijo carinhoso! Caroline Salazar.


"Meu nome é Clara Flaviane, tenho 16 anos, sou de Caçapava, no interior de São Paulo. Primeiramente quero agradecer pela oportunidade de compartilhar minha pequena história e por toda ajuda que o blog A Endometriose e Eu me proporciona. 

Tive minha menarca aos 13 anos e, desde as minhas primeiras menstruações, tenho fluxo muito intenso, mas com o tempo fui adquirindo outros sintomas. Em 2014, aos 14 anos, fui à minha primeira ginecologista. Contei a ela sobre o fluxo e as cólicas fortes que estava sentindo, e ela me respondeu que era normal nos dois primeiros anos, e me receitou o Cicloprimogina. Tomei durante um ano, mas  não melhorou.
  
Nessa época as dores começaram aumentar e o fluxo também. Com isso comecei a faltar algumas vezes na escola durante o período menstrual, pois ficava fraca e  precisava de repouso. Comecei a me achar estranha, pois aquilo só acontecia comigo. Não via nenhuma outra menina sentir algo parecido durante seu período menstrual. 

No início de 2015 os sintomas começaram a piorar. Comecei a trabalhar com a minha mãe em uma lanchonete e ficava apenas três horas lá, mas toda vez que eu estava  no período menstrual era quase impossível sair de casa. Eu não tinha forças, passava muito mal, não conseguia ficar em pé, pois o fluxo me derrubava de tal forma. Muitas vezes pensei em desistir do emprego porque a cada ciclo estava ficando mais difícil.
  
Cheguei a ouvir coisas de pessoas próximas que me deixavam triste como: "O que você sente é psicológico", "Parece que você gosta de sentir dor", "Você não se esforça pra melhorar", "Só reclama por isso não melhora" , "É drama". Essas pequenas coisas acabavam comigo, porque apesar de tudo que eu passava, não sabia o que havia de errado.
    
Os meses foram passando e cada vez mais eu ia piorando. Analgésicos simples já não faziam efeito. Meu intestino, que sempre funcionou  normalmente, começou a desregular. Evacuar durante e antes da menstruação era algo quase impossível, pois sentia tantas dores que nem sabia de onde elas vinham. Junto com as cólicas  comecei a sentir pontadas no útero que pareciam facadas, às vezes não conseguia levantar de algum lugar de tanta dor. Minha mãe já não aguentava mais me ver tão mal. Então decidimos que era melhor eu trocar de ginecologista. 
    
Logo na minha primeira consulta essa nova ginecologista pensou na possibilidade de ser endometriose, pois a maioria das mulheres da minha família do lado paterno tem. Porém, ela me achou muito nova para isso. A médica optou por um anticoncepcional mais fraco (Adoless)  e alguns analgésicos mais fortes. Tomei Adoless durante seis meses, e nada adiantou.

Durante esse período  só piorei. Passei muitas noites em claro só para não ir ao hospital, pois sabia que haveria incompreensão até mesmo por conta da minha idade. Não iriam acreditar na intensidade das dores que eu sentia. 
   
Era final de janeiro bem no  inicio das aulas, e lá estava eu com dores novamente. E foi justamente aí que começou mais um problema de incompreensão. A primeira semana de aula coincidiu com meu período menstrual e acabei faltando devido às fortes dores. Tomei analgésicos que não melhoraram, e ainda  fui para o hospital durante três dias seguidos com dores horríveis no estômago. Quase fiquei internada porque não conseguia comer  e estava muito fraca. Fiquei de cama e demorei  duas semanas para me recuperar. Praticamente já  havia perdido um bimestre todo. Estourei em falta e a escola começou a implicar comigo dizendo que poderia ter uma vida normal e que se eu continuasse faltando desse jeito  eu iria reprovar.  
     
Às vezes as pessoas falavam tanto  que realmente parecia ser coisa da minha cabeça. Eu não conhecia ninguém que sentia essas dores. Eu me sentia tão sozinha e tão perdida. A cada mês eu temia mais o período menstrual, pois as dores estavam absurdas.
   
Retornei à ginecologista e contei sobre a piora e ela voltou a desconfiar de endometriose, pois meus sintomas estavam ficando muito parecidos com os da doença. Fiz o exame de sangue CA125 e o resultado foi 51, que ela considerou elevado para a minha idade. Depois fiz ultrassom e ressonância abdominal. 
   
Ao ver o resultado dos exames minha ginecologista não encontrou nada, pois o laudo dizia que havia apenas microcistos no ovário direito e  nenhum foco de endometriose. Estava tudo certo. Então foi descartada endometriose severa. Mas como eu ainda sentia dores ela trocou a medicação para Tâmisa 20mg, e pediu para eu tomar três meses direto e depois fizesse uma pausa. 
   
Clara, à frente, com a irmã, Emily, ao fundo,
 e a mãe, Roselaine Ferreira, no meio, que autorizou
à filha a contar sua história no blog 
Meu medo de reprovar estava sendo tanto que comecei a ir para escola até em dias que eu estava muito mal. Acabava forçando, não aguentava ficar nem três aulas e já ligava para alguém ir me buscar. 

Estou no último ano da escola, bem na época de vestibulares, e eu não consigo estudar. Estou  sem foco e com um cansaço enorme, só pensando em como tudo isso está atrapalhando minha vida. 
 Tem dias que me sinto tão triste. Em apenas dois anos tanta coisa mudou. Realmente as dores têm me perturbado e atrapalhado muito minha vida. Às vezes tenho  palpitação, insônia e como sempre as dores e o cansaço. 

Mesmo com um laudo dizendo que não havia nada de errado eu continuava com as mesmas dores. Então, eu e minha mãe começamos a procurar um especialista e consegui consulta para alguns meses depois.

Desde a primeira consulta esse novo ginecologista  tem sido o meu anjo. Ao olhar minha ressonância ele encontrou pequenos focos no útero. Me explicou tudo o que estava acontecendo e me tranquilizou. Com isso  cortou minha menstruação de vez e pediu outro exame de CA125. 
   
Ao menstruar sem pausa senti uma pequena melhora nas cólicas. Elas estavam um pouco mais fracas, porém as dores no meu corpo e meu intestino desregulado não melhoraram em nada. Também comecei a ter dificuldade para urinar, tenho a sensação de bexiga cheia sempre.
  
Voltei ao ginecologista mês passado e  meu CA125 caiu para 12. Ele me receitou Allurene durante seis meses assim que acabasse minha última cartela de Tâmisa, e me falou que esse remédio deve eliminar todos os sintomas da endometriose que eu ainda sinto. Estou confiante e ansiosa para o resultado desse tratamento, pois se eu não melhorar irei fazer mais exames.

Agora faz apenas 10 dias que comecei o tratamento. Estava com dores e fluxo intenso. Usei um pacote de 32 absorventes em cinco dias, fiquei dois dias de cama e fui parar ao hospital. Ainda tenho muitos sintomas, como dificuldade para urinar, evacuar e as dores fortes no corpo, mas mesmo com essa recaída não perdi minha fé! Tenho uma longa caminhada pela frente e mesmo com as  incompreensões e obstáculos que continuam aparecendo vou conseguir vencer! 

Essa foi a minha pequena história, ainda não sei o grau da minha endo, pois o médico preferiu passar um tratamento medicamentoso antes de videolaparoscopia. Espero ajudar outras mulheres, especialmente, as adolescentes e dizer que nós também podemos ter endometriose. A maioria dos médicos que passei acha que eu era nova para ter a doença.  Quero dizer que estamos juntas, que independente da idade, você não é a única a enfrentar as dores diárias  e a incompreensão da sociedade! Espero que tudo dê certo para mim e para todas as endomulheres que passam por isso! Beijo carinhoso, Clara"

terça-feira, 1 de novembro de 2016

ENDOMARCHA 2017: VOCÊ SABE QUAL O PAPEL DOS VOLUNTÁRIOS CADASTRADOS NA ENDOMARCHA TIME BRASIL?

Logo oficial da EndoMarcha 2017!

Toda vez que posto sobre a EndoMarcha Time Brasil há a maior confusão sobre o Cadastro dos Voluntários. Por isso hoje resolvi falar sobre qual o papel dos voluntários cadastrados aqui no blog na EndoMarcha. Resumindo em poucas palavras os voluntários nada mais é que as pessoas que irão participar da marcha. Ou seja, quem vai comparecer até o ponto de concentração de sua cidade e marchar conosco.

Por que pedimos para as pessoas se cadastrarem? Porque a maioria das pessoas não lê o texto inteiro. Mesmo contendo todas as informações no texto muitas pessoas ainda perguntam nos comentários, seja no blog, na fanpage e ou nos grupos, justamente o que está escrito lá. Por isso temos o cadastro para que o (a) coordenador (a) da marcha entre em contato por email com cada voluntário cadastrado passando as informações da marcha de sua cidade, informando, por exemplo, o local de concentração, horários, trajeto da caminhada, se é preciso ir com blusa amarela, dentre muitas outras.

Você quer ajudar mais de perto, quer ser um voluntário ativo na marcha de sua cidade? É só deixar seu email no comentário do texto aqui no blog que passo à respectiva coordenação. Espero que tenha sanado as dúvidas sobre o papel dos voluntários na EndoMarcha Time Brasil.  Aos interessados em patrocinar a EndoMarcha Time Brasil 2017, independente da cidade, é só entrar em contato comigo no email: endomarch.brazil@gmail.com Beijo carinhoso, a capitã, Caroline Salazar.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

SALVADOR (BA) E MARINGÁ (PR) NA ENDOMARCHA 2017!!

Logo oficial da EndoMarcha 2017!

É com alegria que anuncio que haverá a EndoMarcha 2017 nas cidades de Salvador, na Bahia, e em Maringá, no Paraná. Salvador, que participou da 1ª edição em 2014, retorna nesta 4ª edição com a mesma coordenadora, Mayra. Já Maringá, quem me procurou para assumir a coordenação foi o Renato, personal trainer que atende portadoras de endometriose e que encabeça alguns eventos na área da saúde na cidade. Já tive a primeira conferência com ele e já acertamos os primeiros detalhes, e claro, o parabenizei pela atitude de querer assumir a coordenação da EndoMarcha Maringá. Infelizmente (ou felizmente neste caso) os homens são mais unidos que as mulheres.

Com a entrada de Maringá, o estado do Paraná lidera com três cidades na marcha, tendo também em Curitiba e em Londrina. Além das cidades citadas, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte (MG), Florianópolis (SC), Campo Grande (MS), Porto Alegre (RS) também estarão presentes na 4ª edição da Marcha Mundial pela Conscientização da Endometriose. Houve mudança na coordenação de Belo Horizonte, e Kelly assumiu o comando da EndoMarcha na capital mineira. 

Este é o "nosso" momento de unir nossas forças, de unir nossas vozes num só coro, em prol de nós mesmas, de nossas filhas, de nossas netas... A menina que tem parente de primeiro grau com endometriose tem sete vezes mais chances de desenvolver a doença que àquelas que não têm. Não adianta reclamar sem ação. Este é o nosso momento. Afinal, a marcha é para nós, portadoras, lutar pelos nossos direitos e também para conscientizar a sociedade sobre seus sintomas, pois só assim há de ter o diagnóstico precoce. Não adianta se fechar em grupos e ficar em casa reclamando. Precisamos agir, de sair do mundo virtual para o real, sair às ruas e mostrar nossa "cara". 

No dia 25 de março junte-se a nós na EndoMarcha 2017. Ou você vai querer continuar invisível para a sociedade? Pense nisso e venha marchar conosco! Se você ainda não se inscreveué rápido e gratuitoclique aqui e ajude a salvar milhões de vidas que estão caladas e sofrendo com a endometriose. Chega de silêncio!  Conto com a participação de todos. A união faz a força e juntas somos mais fortes! Beijo carinhoso!! A capitã, Caroline Salazar

terça-feira, 18 de outubro de 2016

"COM A PALAVRA, O ESPECIALISTA" DOUTOR HÉLIO SATO!




Em "Com a Palavra, o Especialista", continuamos a série dos vídeos explicativos sobre a endometriose. Depois de explanar o que é a endometriose, o doutor Hélio Sato fala sobre o diagnóstico da doença. O que o médico deve levar em conta para fechar o diagnóstico? Quais os principais sintomas da doença? Destes qual é o que deve chamar mais atenção do especialista para o diagnóstico? Quais são os exames específicos complementares que podem detectar a endometriose? Aperte o play! Mais um vídeo imperdível que deve ser compartilhado para espalhar a conscientização da endometriose. Beijo carinhoso! Caroline Salazar

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

ENDOMARCHA 2017: CIDADES INSCRITAS ATÉ O MOMENTO!

Logo oficial da EndoMarcha 2017!

Já demos a largada para a 4ª edição da Marcha Mundial pela Conscientização da Endometriose, a EndoMarcha 2017, que será realizada no dia 25 de março em vários países. O objetivo da marcha é conscientizar a sociedade sobre a endometriose, mostrar nossa voz e nossos rostos, pois precisamos que nossos governantes reconheça a doença como social, pois só assim é que poderá ter políticas públicas para as cerca de 10 milhões de brasileiras, que sofrem com a endometriose. Uma a cada 10 mulheres tem endometriose. No mundo todo são mais de 200 milhões de meninas e mulheres que sofrem com a doença. Uma estatística muito alta. Você sabia que no Brasil e no mundo todo existe mais portadoras de endometriose que portadores de HIV (que atinge os dois sexos)?

Pois é! Precisamos ter nossos direitos garantidos perante a lei, como qualquer outro portador de doença crônica. É preciso que nossas autoridades reconheçam isso. Por enquanto as cidades oficiais da EndoMarcha 2017 são: São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Londrina, Mato Grosso do Sul, Florianópolis, Belo Horizonte e Porto Alegre. As inscrições para o cadastramento da cidade vai até o dia 5 de dezembro. Se você quer ser o (a) coordenador (a) da EndoMarcha em seu estado, entre em contato comigo no email: endomarch.brazil@gmail.com. As inscrições dos estados vão até o dia 5 de dezembro. Faça a diferença na vida de milhares de mulheres.

No dia 25 de março junte-se a nós na EndoMarcha 2017. Ou você vai querer continuar invisível para a sociedade? Pense nisso e venha marchar conosco! Se você ainda não se inscreveué rápido e gratuitoclique aqui e ajude a salvar milhões de vidas que estão sofrendo com a endometriose. Chega de silêncio!  Conto com a participação de todos. A união faz a força e juntas somos mais fortes! Beijo carinhoso!! A capitã, Caroline Salazar