Em "A Vida de um EndoMarido", Alexandre nos apresenta, mais uma vez, uma história maravilhosa de fé e persistência com a mensagem de que é possível, sim, mudar o rumo de uma vida que estava com os dias contados quando alguém toma a atitude de fazer a diferença no mundo. É cada doença que existe, que fico boba, Alguém já ouviu falar em gangliosidose gm1. O vídeo é curto e vale muito, mas muito a pena vê-lo e revê-lo. Quando há amor e união entre os seres humanos, é possível mudar o desfecho de um final que não seria feliz. É esse trabalho de amor ao próximo que fazemos no A Endometriose e Eu. Esperamos sempre que haja mais amor ao próximo no mundo. Conforme Alexandre destacou em seu texto, preste atenção no finalzinho do vídeo quando o senhor Adolfo fala sobre a "atitude". É a sua atitude que vai mudar a sua vida. Pense nisso! Beijo carinhoso! Caroline Salazar
Por Alexandre Vaz
A história de coragem de uma família paranaense para defender um dos seus
Eu passo muito tempo sentado na frente do computador, como já devem ter percebido. Faço aqui minhas pesquisas, comunico com alguns amigos, aprendo, me divirto, e também encontro casos como este que vou compartilhar com vocês agora. Já fiz o mesmo com o australiano Nick Vujicic e a do holandês Dick Hoyt e seu filho, Rick. A diferença dessa vez é que esse é um caso brasileiro, de uma família paranaense, pelo que apurei, de Curitiba.
A família Guidi é um exemplo a seguir, seja pela fé, pelo amor, pela confiança, pela capacidade de sacrifício e pelo trabalho para manter unido o seu agregado familiar. Perante uma sentença de morte, esse pai recorreu às ferramentas de que se dispunha para lutar pela vida de seu filho, quando os médicos apenas coçavam a cabeça.
Sem nunca ter estudado medicina, esse pai se enfiou na biblioteca de uma faculdade de medicina e estudou dia e noite buscando uma solução. Segundo ele mesmo conta, recebeu orientação divina, confiou e as respostas foram chegando. O filho desse grande senhor, a quem deram alguns meses de vida, acabou se tornando o portador da doença que mais viveu até hoje.
Olhe com atenção especial no final do vídeo quando o senhor Adolfo fala sobre ‘atitude’. Grande lição para cada um de nós. Eu sei muito bem o que ele fala, que tem dias que a gente sobe nas paredes, xinga, quer desistir porque não aguenta mais. Eu também tenho dessas. Mas aí, vem aquele estímulo, aquele conforto, e a gente dá mais um passo a frente. E tem sido um passo de cada vez que eu, muito me admiro quando olho para trás, e constato que se passaram mais de 2 anos desde que iniciei nesta luta junto com a Caroline, usando as ferramentas que tenho para colaborar na descoberta de uma solução com o pouquinho que eu posso fazer.
Esse trabalho continua porque é de coração, porque é pelo direito à dignidade e a ter o sofrimento minimizado, é pela felicidade das famílias. Ele é ideológico, e apenas por isso resiste a tanta dor e a tanto sofrimento, que cada um que lê esse texto nesse momento, reconhecerá semelhanças na sua vida pessoal. Eu detesto ficar me lamentando, se tiver um jeito de furar, vamos em frente. Claro que doi, claro que a gente chora por vezes, sente raiva, até xinga. Mas continua até o limite.
Cada um de nós pode colaborar com alguma coisa e, por menor que seja, nunca será insignificante. São gotas de água que formam os oceanos, sem cada uma delas eles não existiriam. Se cada um de nós for uma gota, poderemos fazer um mar imenso. Está na hora de mostrarmos essa força, tem uma marcha chegando aí - se você ainda não fez sua inscrição faça agora. Quantos seremos dessa vez? Iremos nos manter em casa chorando o sofrimento que passamos, ou iremos nos unir, fazendo o que cada um pode, em uma demonstração de massa humana, falando que estamos aqui, temos nossos direitos e precisamos ser tratados com dignidade. Será uma decisão de tomar uma atitude como o senhor Adolfo Guidi tomou e meter a mão na massa, ou continuar em casa lamentando que a medicina não tem respostas? Elas surgirão de quem tiver a coragem de arregaçar as mangas e ir à luta. Não perca tempo perguntando como. Peite o problema, e as respostas surgirão. Dia 28 de março, mais de 60 países estarão juntos na mesma luta. E você, vai nessa? Assista a história de Adolfo Guidi e inspire-se para mudar a sua própria história. Abraço!
Cada um de nós pode colaborar com alguma coisa e, por menor que seja, nunca será insignificante. São gotas de água que formam os oceanos, sem cada uma delas eles não existiriam. Se cada um de nós for uma gota, poderemos fazer um mar imenso. Está na hora de mostrarmos essa força, tem uma marcha chegando aí - se você ainda não fez sua inscrição faça agora. Quantos seremos dessa vez? Iremos nos manter em casa chorando o sofrimento que passamos, ou iremos nos unir, fazendo o que cada um pode, em uma demonstração de massa humana, falando que estamos aqui, temos nossos direitos e precisamos ser tratados com dignidade. Será uma decisão de tomar uma atitude como o senhor Adolfo Guidi tomou e meter a mão na massa, ou continuar em casa lamentando que a medicina não tem respostas? Elas surgirão de quem tiver a coragem de arregaçar as mangas e ir à luta. Não perca tempo perguntando como. Peite o problema, e as respostas surgirão. Dia 28 de março, mais de 60 países estarão juntos na mesma luta. E você, vai nessa? Assista a história de Adolfo Guidi e inspire-se para mudar a sua própria história. Abraço!
