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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

A HISTÓRIA DA LEITORA ANA PAULA NUNES, SUA ENDOMETRIOSE SEVERA E SUAS DUAS GESTAÇÕES NATURAL!!

Grávida de 14 semanas do segundo filho, Ana Paula mostra
orgulhosa sua família: o filho, Samuel, e o marido, Cristiano
Foto: arquivo pessoal/ Ana Paula Nunes

A história de hoje é muito, muito especial. Conheci a Ana Paula em 2011, quando ela entrou em contato comigo após ouvir o nome do A Endometriose e Eu na novela das 9 da Globo, "Insensato Coração". Após algumas trocas de emails, começamos a conversar por telefone (sim, isso era possível quando a demanda de trabalho não era tão intensa!). Em cada crise de Ana Paula, eu entrava em desespero. Era muito sofrimento. Foram meses e meses assim! Até que em uma manhã, quando ela não saía da minha cabeça, liguei para ela e sua mãe atendeu e disse que ela estava no hospital, pois tinha sido submetida à uma cirurgia de urgência após mais uma forte crise. Sua recuperação foi difícil, acabaram fazendo uma laparotomia vertical nela. Confesso que, na época, fiquei muito preocupada. Continuamos conversando pela internet e foi uma felicidade imensa quando soube que mesmo com um único ovário, Ana Paula conseguiu engravidar naturalmente. Sim, isso é possível de acordo com a reserva ovariana e  mobilidade das trompas. Mais emocionada ainda fiquei em janeiro, quando fui surpreendida pela notícia que, oito meses após o nascimento de seu primogênito, Samuel, ela está grávida novamente! Isso aconteceu mesmo com ela tomando anticoncepcional. Eu que já queria contar sua história aqui quando soube desta boa-nova, insisti no convite e aqui está mais um testemunho de fé, de esperança, de perseverança que vai ajudar muitas endomulheres. Por isso aconselho às tentantes que não desistam nunca de seus sonhos. Leia e se inspire na história da querida Ana Paula. Fiquei muito comovida ao ler neste testemunho que minha ajuda foi essencial para ela se abrir com a família e seus amigos sobre a doença. Foi neles que ela encontrou o apoio e a estrutura que precisou para enfrentar a endometriose de peito aberto. Fico muito, muito feliz quando vejo a cada dia, o blog cumprindo sua missão com muito carinho e amor. Se você acha que a gravidez é a cura para a endometriose, leia este artigo: "A gravidez é a cura para a endometriose?" Beijo carinhoso!! Caroline Salazar

“Meu nome é Ana Paula Nunes Moraes do Nascimento Silva, tenho 31 anos, moro em Pindamonhangaba - SP, sou casada com Cristiano Moraes há 7 anos. 

Desde os meus 19 anos, meu período menstrual sempre foi muito doloroso. Além das dores, tinha fluxo intenso, mas toda vez que ia ao médico (procurei vários em busca de uma solução), eles me diziam que quando eu casasse tudo iria melhorar! E assim vivi durante vários anos da minha vida, com dores, muitas dores. Só quem sente é que sabe como dói. Em 2009, quando me casei, procurei outra ginecologista. Essa realmente me ofereceu toda atenção que uma portadora de endometriose merece. Ouviu todas as minhas queixas, angústias, incertezas e sofrimento. Falei tudo que estava passando. Foi quando pela primeira vez eu ouvi a palavra “Endometriose”. Ela pediu que eu realizasse um exame laboratorial CA 125 e o resultado foi 335 U. Retornei com o resultado e fiz com ela minha primeira videolaparoscopia. Logo depois, fui recomendada pela médica a tentar a engravidar. Ela disse que essa era a hora. Tentamos por um período de seis meses, porém sem sucesso. Voltei a tomar o anticoncepcional, pois não poderia ficar menstruando por um período longo.

Em 2010 começaram todas as minhas crises de dor novamente. A partir daí realizei minha 2ª,3ª e 4ª cirurgias, com intervalo de um ano entre uma e outra. No início de 2011 fiz minha a 4ª videoparaloscopia cauterizado os focos. Por um tempo me senti bem. Mas no final de 2011 começou uma vida de muito sofrimento. Tinha dias que eu queria desistir, deixar que as dores tomassem conta de mim até morrer. As dores aumentaram muito.

Certo dia assistindo a um programa de TV passava uma reportagem sobre a endometriose. No final do programa, a apresentadora falou que se alguém quisesse mais informações sobre a doença era só acessar o blog: A Endometriose e Eu. E, neste blog, conheci um anjo de cabelos castanhos e de coração imenso de amor, a Caroline Salazar. Trocamos vários e-mails, telefonemas e com muito amor sempre me incentivou a não desistir, principalmente do meu SONHO DE SER MÃE. Com sua ajuda, consegui me abrir com minha família e meus amigos, onde encontrei um apoio muito importante.

Em 2013, aos 29 anos, minhas dores abdominais se tornaram cada dia mais intensas. Foi um período de muitas internações. Vivia no hospital para aliviar as dores. Minha ginecologista me encaminhou para o proctologista. Um médico excepcional! Ele me pediu vários exames e, em um deles, foi verificado que havia focos de endometriose no intestino e que ele estava 50% obstruído. Foi período bem conturbado, de muita preocupação. Estávamos à procura de especialista em endometriose intestinal para cirurgia por videolaparoscopia. Posso dizer que há males que vem para o bem. Felizmente, nesta busca incessante, de muitas idas e vindas ao hospital, tive uma crise muito, muito grave e meu intestino ficou 80% obstruído. Realmente eu estava sem condições de esperar um dia sequer por uma cirurgia. Me levaram às pressas ao centro cirúrgico, e eu fui sem saber se na volta eu estaria com meus ovários e meu útero. A cirurgia durou cerca de 5 horas. Foi minha 5ª cirurgia, uma laparotomia vertical e foi retirado meu ovário direito e 38 cm de intestino grosso e, por 1 cm, graças a Deus, não precisei usar a bolsa de colostomia. O pós-cirúrgico foi muito dolorido e sofrido. E depois de todo sofrimento veio a notícia que eu temia: engravidar naturalmente era impossível, somente por inseminação artificial ou FIV. Posso dizer que compreendi minha situação, mas não queria aceita-la. Iniciei o tratamento de menopausa induzida com o Lupron (nota da editora: análogo de GnRH que induz a menopausa), e, logo depois, comecei a tomar Allurene.

Neste período estava sempre orando e pedindo a Deus que fizesse o melhor em minha vida, pois somente E le sabia o quão grande era a minha vontade de ser mãe. Em novembro de 2013 estava de férias e, certo dia, acordei e falei ao meu marido: “Estou grávida!”. Ele ficou assustado, pediu para eu me acalmar, e disse que tudo não passou de um sonho. Mas nada tirava da minha cabeça a certeza da gravidez. Comprei o teste de farmácia e o resultado não ficou claro. Fui a minha ginecologista, que também duvidou de uma possível gestação. Mesmo assim, solicitou o Beta HCG para investigar todas as possibilidades. Fui correndo ao laboratório! Foram horas inacabáveis de tensão. Posso dizer que deixei a família toda maluquinha com minha ansiedade (risos)!

E, finalmente, chegou o tão esperado resultado. E quando falei que não tirava isso da minha cabeça, eu estava certa: deu “positivo”. Estou grávida! Meu milagre aconteceu! Que felicidade!!! Foram meses de cuidados e preparativos. Percebi que eu e meu filho éramos muito queridos por muitas pessoas. Tive uma gestação perfeita, com poucos enjoos, muita fome e um desejo imenso de comer costela assada  (risos). Trabalhei normalmente. Foi tudo perfeito até... quando completei 32 semanas de gestação, tive descolamento da placenta. Foi quando meu bebê nasceu! Samuel nasceu prematuro, com 2250 quilos e 44 cm. E nasceu também um amor sem igual. Foi um momento de muita alegria, mas ao mesmo tempo muito angustiante. Nosso anjinho foi para UTI neonatal.

Começou mais uma fase de provações. Ele nasceu com desconforto respiratório, teve infecções e hipertensão pulmonar. Foram os 45 dias mais longos e dolorosos de nossas vidas. Mas nosso anjo venceu essa batalha e fomos para casa. A adaptação do Samuel foi mais tranquila para ele. Já a minha realmente foi muito tensa com todos os cuidados, mas ele vem se desenvolvendo muito bem. Hoje é uma criança muito feliz, risonho, brinca o dia todo, e por eu trabalhar fora, optamos por colocá-lo na escolinha. Posso dizer que estou me surpreendendo, pois ele está amando a escola! Já se passaram 8 meses de muita alegria. Sou completamente feliz e falo que nosso Deus sabe de todas as coisas. Se Ele permitiu que passássemos por provações, muitas dores e muitas angústias é porque Ele sabe que somos capazes de vencer. Por isso falo a todas endoamigas para não desanimarem e que nunca desistem dos seus sonhos mesmo que para alguns possa ser impossível.

Agora, quero dividir com vocês minha grande novidade: estou com 14 semanas de minha segunda gestação. Sim, mesmo sem o ovário direito e tomando anticoncepcional, engravidei naturalmente. Engravidar tão rapidamente não estava em nossos planos, mas se Deus permitiu, vamos ser capazes de cuidar de mais um Milagre!! Ainda estamos na expectativa do sexo, mas de coração não tenho preferência e está nas mãos de Deus... porém estou bastante ansiosa. Confesso que fiquei assustada no começo, mas ao mesmo tempo muito feliz. Hoje falo com muito orgulho: “Mesmo com um único ovário e tendo baixa perspectiva de engravidar, consegui engravidar naturalmente mesmo com endometriose. Minha fé foi essencial para essa grande vitória, já que pela medicina seria impossível.

Quero agradecer à Caroline Salazar pela oportunidade de contar a minha história e poder passar esperança às endomulheres. E também pelo carinho e atenção que ela teve comigo no momento mais difícil da minha vida. Jamais vou esquecer.  Agradeço também às doutoras Lucy Kayano e Terezinha Togoro e ao doutor João Paulo Roveda por sempre estarem comigo, por confiar em minhas dores em minhas angústias e por nunca desistirem de mim. Agradeço a minha família e aos amigos. O apoio de vocês foi muito importante. Serei eternamente grata. Beijo carinhoso!”


sexta-feira, 9 de maio de 2014

FELIZ DIA DAS MÃES! A HISTÓRIA DA LEITORA HOSANA SANTANA E SUA ENDOMETRIOSE GRAU IV - PARTE !!


imagem cedida por Free Digital Photos


Assim como em 2013, qundo contamos o milagre de Cristiane Coelho, o A Endometriose e Eu homenageia às mamães com a segunda parte da história da nossa querida Hosana Santana. O começo de sua luta com a endo, contamos aqui em 2011 e até hoje é um grande sucesso de audiência. Desde esta época ficamos bem próximas, e desde então, tenho acompanhado sua batalha. Portadora de endometriose profunda grau IV, Hosana é uma mulher com fé ímpar, que não se abate meio a tempestade e, mesmo com dores, e com focos de endometriose, ela não desistiu de seu sonho. Sua princesa Caroline nasceu em 2012, dois dias após minha cirurgia. Lembro-me bem deste dia. E continuei acompanhando sua luta diária contra as dores, inclusive, após o nascimento de sua princesa. Um testemunho de fé, de esperança, de perseverança que vai ajudar muitas endomulheres a realizarem seus sonhos. Eu só quero dizer que mãe é aquela que dá amor, carinho, educação, independente, de a criança ter nascido de dentro dela ou não. Leia e se inspire! Um beijo carinhoso!! Caroline Salazar

“E eu começo assim, com esperança e muita fé eu me tornei mais forte. Foi com muita fé em Deus que conseguir engravidar. Foi com fé em Deus que cheguei aonde cheguei. Não foi fácil, o ser humano nem sempre sabe esperar o tempo de Deus, cobranças a mim mesmo surgiram, mais eu precisava focar no que eu desejava, e meu desejo naquele momento era conseguir a tão sonhada gravidez. Como tinha sido observado que eu poderia, sim, engravidar pela forma natural, eu precisava tentar. Como todos já sabem foi aplicada mais uma dose de Zoladex 10.8 após a segunda cirurgia, o efeito no meu organismo seria de três meses, mais isso não ocorreu, durou bem mais. Foi necessário tomar uma medicação para voltar o ciclo menstrual. Preciso deixar claro, que mesmo aplicando o Zoladex após sete dias da cirurgia, e antes de tomar a medicação para voltar o ciclo, eu já estava com novos focos de endometriose, o que me deixou mais angustiada por alguns dias. Independente de estar ou não menstruando, lá estava os focos de endometriose e as dores também. Sempre vinha uma pergunta. Como vou conseguir se estou com dores? Se eu tenho focos de endo? O que fazer? Melhor desistir, pensava.

As perguntas surgiam e de imediato quando eu pensava em desistir, eu lembrava que eu precisava renovar minha fé, ter mais esperança e esperar Deus permitir o milagre em minha vida. E foi assim que fui levando e me vendo forte diante de uma situação que não dependia de mim. Quem estava me acompanhando ainda era o doutor Hélio Sato, alias, é até hoje. Então, na época, ele sugeriu eu tentar engravidar pelo método natural. Me deu um prazo de três meses de tentativa e caso não ficasse grávida, ai sim iria me encaminhar para equipe de reprodução humana, o qual não foi necessário, pois no segundo mês de tentativa fiquei grávida. Preciso deixar escrito aqui um detalhe importante para dar esperança às demais mulheres querem engravidar: eu fiquei grávida mesmo estando com novos focos de endometriose, com dores e um detalhe importante, minha endometriose é grau IV. Confesso que não esperava essa gestação tão rápida, no primeiro mês de tentativa, fiquei ansiosa, já queria aquele positivo no primeiro mês, então, no mês seguinte, já não estava mais esperando. Na minha mente nada estava acontecendo, mas eu decidi que iria esperar a vontade de Deus e iria agradecer a Ele todos os dias por estar viva e melhor que muitas mulheres que também tem endometriose, pois eu tinha naquele momento, um companheiro que estava apoiando a situação, independente de ser positiva ou não, tinha convênio, tinha um excelente profissional dedicado a meu problema e, principalmente, de ter fé em Deus.

O diferencial nesse processo todo acho que foi aprender a ser forte, a esquecer que eu tinha um problema, mais que eu tinha um grande Deus que iria me oferecer sempre o melhor. Comecei a viver, mesmo com dores, mesmo sabendo dos focos, fui esquecendo que precisava engravidar, e já estava pensando como seria o ano de 2012. Em outubro de 2011, como todos os dias fui à academia. No café da manhã, eu comi uma banana com aveia, o que não costumava fazer antes da aula de Jump, e tive uma dor forte de estômago, com dor de cabeça. Fiquei muito mal e logo coloquei a culpa na banana com aveia. Passei o dia bem estranha, não estava bem, mas nem imaginava que seria meu pequeno milagre se manifestando. Como os sintomas não passaram, surgiu à dúvida que, talvez, pudesse ser uma gravidez. Fiz o teste de gravidez de farmácia, logo apareceram duas linhas rosa. Estou grávida! Melhor fazer o exame de sangue para confirmar, já que estava acreditando que o teste de farmácia poderia não ser fiel. Fiz o Beta HCG e o valor foi bem alto, não tinha mais dúvidas, agora era me cuidar para ter uma gestação tranquila. E foi, com exceção de ânsias, vômitos e enjoos até o quinto mês. Finalmente os meses se passaram e chegou o dia de conhecer minha princesa que veio ao mundo com muita saúde. Ah! Esqueci, meu obstetra foi o doutor Hélio Sato, não poderia ser outro, foi ele que foi sincero comigo, foi ele quem me encheu de confiança, foi ele que foi perfeito em tudo e posso afirmar: ele é bom ginecologista e um excelente obstetra.

Agora, eu vou contar como fiquei após o nascimento da Caroline. Esse é o nome da minha princesa. Ela é uma bebê saudável, mas a mãe dela infelizmente não. Aquelas dores de antes da gestação estavam mil vezes piores, durante a gestação eu sentia umas dores, não eram fortes, mas sentia, e preferi acreditar que era da gestação, tenho certeza que foi melhor assim. Existe um mito muito grande que mulherfica curada da endometriose após a gestação. Embora o doutor Hélio nunca tenha me dito isso, eu também nunca acreditei que pudesse existir cura, mas acreditei que iria ter uma vida diferente. Mero engano!! As dores estavam a todo vapor, maltratava legal. Quando a Caroline estava com uns oito meses, a coisa estava a beira do insuportável, porque quando ela não andava, eu ficava deitada assistindo desenhos, procurava fazer brincadeiras sentada, enfim, eu fazia as atividades com ela conforme as dores me permitia. Eu cuidei dela o tempo todo, mas quando ela começou a andar, a descobri a casa, não tinha como ficar correndo atrás dela o tempo todo, embora não tinha jeito e eu ficava até o meu limite. Ridículo isso tinha minha filha, mas as dores não me deixavam viver uma vida normal com ela. Estava muito triste, porque eu tinha minha filha e nem sempre eu conseguia brincar com ela da forma que ela queria e precisava. Então, fui obrigada a pedir socorro ao doutor Hélio.

Mais uma vez, ele me sugeriu mais uma dose de Zoladex, nunca pensei que entraria em desespero por causa do Zoladex, não aceitava a ideia de ter que ser aplicado pela quarta vez, já sabia que o Zoladex não ia me tirar as dores, já sabia que ele não iria diminuir os focos de endometriose, digo já sabia porque já tinha experiências anteriores com o Zoladex. Então, me recusei a ter o Zoladex como forma de tratamento para endometriose naquele momento, eu precisa de algo novo, algo diferente que me desse esperança de viver sem dores. Então, ele sugeriu o DIU de plástico, posso dizer que em relação as dores foi a melhor coisa sugerida por ele até hoje. Em junho de 2014 vai fazer um ano que estou com o Mirena, e, como uma mágica, a minha vida voltou ao normal, sem dores. Ufa! Sempre enfim vivendo. Dá umas dores de cólicas fraquinhas no primeiro dia da menstruação, mas nada demais. Tomar um remedinho qualquer, daqueles fraquinhos que vendem em farmácia sem receita, e não ter mais cólica realmente não tem preço. Acho que eu não conhecia dores de cólicas, vim conhecer a cólica depois do Mirena, porque antes as dores que sentia eram tão fortes, que não posso mais achar que aquelas dores eram cólicas. Enfim, estou bem e muito feliz! Para você que tem endometriose eu deixo a seguinte frase: Não importa o caminho, por mais difícil que seja o importante é seguir em frente com determinação, fé e esperança sempre. Espero que minha história transmita ainda mais esses três pilares  a todas endomulheres. Um beijo carinhoso, Hosana”