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terça-feira, 5 de janeiro de 2016

PUBLIEDITORIAL: CHEGOU O ALURAX, O DIENOGESTE QUE VOCÊ CONHECE 55% MAIS BARATO QUE O ORIGINAL!


Por Caroline Salazar

Um ano após a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizar a fabricação do dienogeste por outros laboratórios, chega ao mercado brasileiro na primeira semana de fevereiro o Alurax®, o medicamento que combate às dores da endometriose produzido pela Momenta Farmacêutica.  Com a mesma composição do Allurene® - 2mg de dienogeste -, o Alurax é 55% mais barato que o original, um remédio tão acessível quanto o genérico, mas com a segurança e a credibilidade de um produto de marca e com a chancela Momenta

A Momenta é um laboratório do grupo Eurofarma totalmente brasileiro e tem como missão "promover o acesso à saúde e à qualidade de vida com tratamentos a preço justo”. Com cerca de três anos de atuação, a Momenta já é reconhecida pela comunidade médica, pelos farmacêuticos, farmacistas e tem a mesma confiabilidade do laboratório-mãe.

O Alurax começa a ser vendido no próximo mês em todo território nacional ao preço de 120 reais podendo chegar a 100 reais em algumas farmácias. Faz tempo que as portadoras de endometriose esperam por esta novidade. Muitas endomulheres ficavam com o orçamento apertado ou paravam por conta própria o tratamento com dienogeste pelo fato de o medicamento ser considerado caro devido ao alto valor dos 28 comprimidos. Ah! Finalmente um laboratório entendeu que não vivemos em fevereiro o ano inteiro, Alurax chega ao mercado com embalagens contendo 30 comprimidos.

Agora você não precisa mais apertar seu orçamento mensal, deixar de comprar suas coisas, de ter seu lazer para se tratar. Com o Alurax você vai manter seu tratamento em dia com um valor acessível ao seu bolso. Experimente Alurax!

Converse com seu médico sobre ele! Vale lembrar que este remédio só deve ser prescrito pelo seu médico especialista em endometriose. É proibido o uso por conta própria. 


domingo, 25 de março de 2012

OS PRÓS E OS CONTRAS DAS PÍLULAS ANTICONCEPCIONAIS!!

Devido ao sucesso do último post, As vantagens e desvantagens do uso do anticoncepcional, deixo duas matérias de grandes veículos que também falam obre os prós e contras das pílulas anticoncepcionais. Mas é claro que tudo depende também da reação de cada organismo. Estas duas matérias apontam o que novos estudos falam sobre o tema.  Estou preparando posts inéditos, que já pretendo colocar aqui esta semana. Espero que curtem!! Beijos com carinhos!!

Menstruação interrompida: prós e contras

Por Romy Aikawa

Antes que se livrar da menstruação, saiba quais são os prós e contras

O que dizem os especialistas?

Suspender a menstruação já deu e ainda dá muito o que falar. Quem pôs lenha na fogueira foi o ginecologista baiano Elsimar Coutinho, quando lançou o livro Menstruação, a Sangria Inútil, em 1996. A partir daí, surgiram diferentes medicamentos à base de hormônios que interrompem o ciclo com a promessa de reduzir chateações típicas daqueles dias. O tema virou polêmica, dividiu a opinião dos médicos e, pior, confundiu a cabeça das mulheres. A boa notícia é que toda essa controvérsia serviu de estímulo à realização de um estudo científico que testou cada um desses métodos para responder definitivamente se vale a pena parar de menstruar.

Vamos entender o porquê de toda a discussão. Para Elsimar Coutinho, suspender a menstruação não só livra a mulher de um incômodo mensal como é o melhor tratamento contra anemia, endometriose (inflamação do revestimento interno do útero), mioma (tumor benigno do útero), cólica e tensão pré-menstrual. Até existe um certo consenso entre os especialistas quanto ao uso de hormônios para tratar doenças, mas boa parte deles discorda da prescrição para casos de TPM ou apenas pela praticidade de não menstruar mais. Entre os principais motivos da turma do contra está o fato de que, com a suspensão, perde-se o papel sinalizador da menstruação de que o óvulo não foi fecundado ou ainda que está tudo correndo bem com o organismo — a ausência do sangramento regular pode indicar, por exemplo, problemas nas glândulas tireoide e suprarrenal. Eliezer Berenstein, autor do livro A Inteligência Hormonal da Mulher também defende que o cérebro feminino é inundado por hormônios ao longo de todos os meses e, ao interromper a menstruação, a harmonia desse ciclo ficaria comprometida, interferindo até no nosso temperamento.

Tira-teima dos hormônios:

Essas questões foram colocadas à prova num estudo científico do Centro de Apoio à Mulher com TPM do Hospital das Clínicas de São Paulo, ligado à Universidade de São Paulo (USP). Durante dois anos, foram acompanhadas voluntárias que queriam bloquear a menstruação por sofrer de TPM intensa. O objetivo era verificar o nível de eficácia dos medicamentos disponíveis no mercado: checar se amenizavam os sintomas, interrompiam mesmo a menstruação e apresentavam efeitos colaterais. As moças foram divididas em grupos e se submeteram à injeção trimestral, pílula anticoncepcional utilizada sem interrupção e implante de progesterona.

Os primeiros resultados, revelados à BOA FORMA, já apontam alguns dados decisivos: nenhum dos métodos adotados conseguiu interromper completamente a menstruação de todas as voluntárias — houve pequenos sangramentos irregulares chamados pelos ginecologistas de spotting. Nesse ponto, o que teve maior eficácia foi a injeção trimestral. No entanto, algumas mulheres engordaram de 2 a 6 quilos! Em relação aos sintomas físicos da TPM (inchaço, cólica e dor de cabeça), o implante, que suspende a menstruação por até três anos, apresentou a melhor atuação. Vale destacar que sintomas emocionais como ansiedade e irritação foram melhor combatidos com antidepressivos. Mas, novamente, apenas 50% das usuárias não menstruaram.

Quanto às pílulas, ficou claro que a probabilidade de efeitos colaterais é proporcional à dosagem hormonal. A que possui grande quantidade de estrogênio sintético pode causar efeitos similares aos da TPM. ”Ao interferir nos processos naturais do organismo, todos os medicamentos apresentam vantagens e desvantagens“, explica Mara Diegoli, coordenadora do estudo e autora do livro TPM – Vencendo a Tensão Pré-Menstrual. Segundo ela, há situações em que a suspensão da menstruação pode até salvar vidas.
Por exemplo: no caso de doenças que se agravam com a gravidez, mulheres com problemas de coagulação do sangue ou quem sofre com convulsões durante a menstruação. De modo geral, no entanto, Mara defende a adoção de outras medidas terapêuticas. ”Mesmo para endometriose, mioma e anemia existem outras formas de tratamento“, pondera a médica. Agora, se é a maldita da TPM que está fazendo você infeliz, a especialista continua apostando no famoso trio atividade física + alimentação + suplementos como as vitaminas B6, E, magnésio e óleo de prímula. Sexo também ajuda muito: o orgasmo reduz a tensão, a irritabilidade e a congestão pélvica. Quer remédio melhor?
Fonte: revista Boa Forma: http://boaforma.abril.com.br/comportamento/saude-mulher/menstruacao-interrompida-pros-contras-489481.shtml




Pílula anticoncepcional pode diminuir a libido da mulher

RIO - Mulheres que tomam a pílula anticoncepcional podem sofrer com a perda de libido, indica um novo estudo feito por alemães e publicado no "Journal of Sexual Medicine". Outros métodos hormonais, como os implantes subcutâneos, também costumam afetar o desejo sexual da mulher, disseram os pesquisadores.
- Os problemas sexuais podem ter um impacto negativo na qualidade de vida e no bem-estar feminino, independente da idade. A falta de desejo sexual é um problema comum, que atinge cerca de duas em cada cinco mulheres - afirma a pesquisadora Lisa-Maria Wallwiener, da Universidade de HeidelBerg, na Alemanha.
Segundo ela, a perda de libido feminina é multifatorial. Estresse, filhos, excesso de trabalho e uma vida afetiva ruim pode alterar o desejo sexual delas. Porém, nos útlimos anos, cientistas estão dando mais atenção aos contraceptivos hormonais e seus efeitos na vida sexual das mulheres.
O estudo alemão avaliou 1.046 mulheres em idade fértil que tomavam pílula há pelo menos seis meses. Destas, um terço tinha algum tipo de disfunção sexual, que variava da perda total da libido, passando pela dificuldade de chegar ao orgasmo e até mesmo dor durante o ato sexual.
Segundo os pesquisadores, o maior problema da pílula é que ela diminui os níveis de testosterona, hormônio que ajuda a aumentar o desejo sexual em homens e mulheres. Quando a testosterona está muito baixa, fica difícil sentir vontade de manter relações sexuais. Nos testes feitos pelos pesquisadores, as mulheres que tomavam pílula tinha o nível mais baixo de satisfação sexual. As que usavam somente a camisinha tinham o maior. Associar o cigarro ao uso do contraceptivo, afirmam os alemães, prejudica ainda mais a libido.
- O resultado é muito interessante, pois em um futuro próximo poderemos determinar que combinações de hormônios melhoram ou pioram a satisfação sexual. Hoje já existem vários tipos de pílula e a mulher que não se adapta a uma pode trocar por outra. Daqui a pouco, saberemos exatamente o que afeta ou não a libido feminina.
Fonte: jornal O Globo on-line: http://oglobo.globo.com/saude/pilula-anticoncepcional-pode-diminuir-libido-da-mulher-3012939

domingo, 18 de março de 2012

AS VANTAGENS E DESVANTAGENS DO USO DO ANTICONCEPCIONAL!

Todos os dias recebo inúmeras sugestões de posts. Afinal, é você leitor quem faz o nosso blog. Por isso, hoje vou falar de algo muito importante para nós, portadoras de endometriose: as vantagens e desvantagens do uso dos anticoncepcionais orais. Será que eles são realmente benéficos ao nosso organismo? E àquelas mulheres que fazem uso contínuo desse medicamento, faz mal? Não há dúvida de que o surgimento da pílula anticoncepcional foi uma revolução na vida da mulher, já vistas até hoje, em especial na vida sexual. Até então, a mulher era uma mera 'reprodutora’. Sei que, em muitas culturas, infelizmente, a mulher ainda tem esse papel. Com o advento da pílula anticoncepcional, nos Estados Unidos, mais precisamente em agosto de 1960, causou a maior revolução em prol da mulher no mundo todo. Foi a partir daí, que a mulher passou a levantar a bandeira da liberdade sexual. Elas começaram a reivindicar seus direitos, não só no sexo, mas, em questões que antes era apenas direito dos homens. Como por exemplo, que equiparassem seus salários aos dos homens. Com o rompimento do vínculo, de que o sexo era apenas para gerar um bebê, as mulheres começaram a descobrir que o sexo pode ser uma das principais fontes de prazer.

Com isso, ao mesmo tempo em que a pílula anticoncepcional nos permite escolher o momento certo para ter um filho, ela também pode nos livrar dos incômodos causados pelos transtornos do período menstrual. Muitas doenças são controladas pelo uso contínuo desse medicamento. Não é só a endometriose que é controlada por meio de pílulas. Mas será que essa forma de tratamento traz benefícios ou riscos à nossa saúde? Eu vejo por mim mesma. Tomo pílula desde os meus 20 anos, pois desde os meus 15 anos, tenho cistos de ovário. Juro que não sei o que é ter uma menstruação natural. Antes de eu descobrir ser portadora de endometriose, em 2009, eu tomava o anti com intervalo de sete dias, para que houvesse a menstruação. A menstruação é uma manifestação fisiológica do corpo feminino, e se dá quando não há a fecundação. Existe o sangue considerado sadio e doente, que já falamos aqui. Infelizmente, em muitas culturas, durante esse período, a mulher é considerada impura. É mole!? Morro de pena dessas mulheres, mas cada país com seus costumes. Em outras, significa um momento sublime, pleno da mulher, pois é o período em que ela pode gerar uma vida. Entre as dúvidas que recebo sobre este tema, está à questão de como é a vida sexual de quem não menstrua. É fato que podemos perder a libido, mas nem todo organismo reage igual. Apesar de a endo ser causada pela menstruação, é ela quem limpa nosso organismo. É a tal da menstruação que nos dá aquele ‘fogo’ a mais, pois sem ela, não temos a ovulação. E é justamente no período fértil que ficamos mais fogosas e que desejamos mais sexo. Como não sou médica, apenas portadora e estudiosa da área, vou colocar os principais prós e contras, para que cada uma explicite sua opinião.
Vantagens que a pílula apresenta:
  • Regula o ciclo menstrual;
  • Diminui a acne, em especial, daquelas mulheres mais velhas, que nunca tiveram esse problema. Eu sei sobre isso, pois aconteceu com uma de minhas irmãs. No primeiro mês de uso, a acne sumiu do rosto dela;
  • Diminui a intensidade e frequência das cólicas menstruais;
  • Controla os sangramentos intensos;
  • É a forma contraceptiva mais barata;
  • Pode combater os sintomas da TPM;
  • A fertilidade retorna após a interrupção do tratamento, ao contrário do dispositivo intrauterino Mirena, que será um dos próximos posts, após pedido da minha querida leitora Letícia Mesquita;
  • É tido como o contraceptivo mais tolerado pela maioria das mulheres.
Em contrapartida, a falta da menstruação é agressiva ao nosso corpo. A matemática é simples: na menopausa, sem a menstruação, e consequentemente, sem a ovulação, a mulher tem menos vontade de fazer sexo. Então, o uso da pílula pode sim diminuir o nosso desejo sexual. A maioria deles tem a combinação estrógeno e progesterona. Existem três formas de contraceptivo oral: os monofásicos, os bifásicos e os trifásicos. O tido como monofásico é aquele que tem a mesma quantidade de estrógeno e progesterona em toda a cartela de 21 comprimidos. Esse é o método mais usado no Brasil. O bifásico é aquele em que os 22 comprimidos são de cores diferentes, e contêm duas composições ativas distintas, ou seja, tem dosagens diferentes durante todo o ciclo. Já o trifásico tem os mesmos hormônios, mas em três doses diferentes. Essa pílula deve ser tomada na ordem indicada pela embalagem. Existem também as monofásicas contínuas, chamadas de minipílulas, feitas de progesterona, que são as pílulas mais novas no mercado, e se apresentam na forma de 28 comprimidos com a mesma composição e dose.

Agora, saiba quais os efeitos colaterais e as desvantagens do uso de um contraceptivo oral:
  • Náuseas;
  • Dores de cabeça;
  • Ganho de peso;
  • Aumento do apetite;
  • Alteração de humor, e inclusive, muito nervosismo;
  • Depressão;
  • Diminuição da libido;
  • Inchaço das glândulas mamárias;
  • Vertigem;
  • Pressão alta;
  • Escapes dos sangramentos, mesmo quando administrada na forma contínua;
  • Manchas na pele;
  • Pode causar AVC (acidente vascular cerebral), trombose venosa profunda e/ou infarto, em especial as mulheres fumantes, ou aquelas acima de 35 anos;
  • Retenção de líquido;
  • Pode aumentar o risco para tumores de fígado, sendo muito raros os tumores malignos;
  • As pílulas mono, bi e trifásicas não são recomendadas às mulheres lactantes, pois ela pode interferir na qualidade do leite. Elas podem fazer o uso da minipílula, feita de progesterona.
Será que a pílula anticoncepcional é um tratamento adequado? Desde a minha cirurgia, em julho de 2010, tomo o Level, anticoncepcional à base de levonorgestrel e etinilestradiol. Desde outubro do mesmo ano, faço o uso ininterrupto deste medicamento. Um ano e meio depois, os focos voltaram, e desta vez, em lugares que até então, ainda não tinha tido antes. Pesquisando sobre o assunto, sei que esse tratamento é um dos mais usados, inclusive, em outras doenças como tumores benignos, cistos, entre outras. Porém, existe ainda controvérsia, pois tudo depende de cada caso. Não são em todos os casos de endometriose, que o anticoncepcional contínuo é a melhor maneira de tratamento. Por isso é fundamental que a portadora conheça sobre a doença e que converse com seu médico sobre as formas terapêuticas. Afinal, como digo: o especialista tem de ser seu melhor amigo. Espero que curtem! Beijos com carinho!!