quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

A HISTÓRIA DA LEITORA SABRINA PETERMANN E SUA ENDOMETRIOSE SEVERA!!

Após alguns meses sem contar histórias das leitoras, pois perdi todas que eu tinha devido a uma pane no meu computador, o A Endometriose e Eu conta a primeira história de 2012, da nossa querida Sabrina Petermann, de Brusque, Santa Catarina. Confesso que sempre soube do que a endometriose é capaz de causar, mas nunca imaginei tanto estrago dentro de uma mulher. Não à toa, ela é tida como uma doença de comportamento maligno, já que come os nossos órgãos. Agora, não sei mais o que esperar dela. Aos 30 anos, Sabrina teve sorte em não perder todos os seus órgãos reprodutores ou boa parte deles. Perdeu "apenas" pedaço da bexiga, do intestino e do ovário esquerdo. Ela ainda teve de reaprender a andar, a sentar, a fazer xixi, cocô e algo que nunca vi e nem ouvi antes: ela foi submetida a uma plástica vaginal devida a muitas aderências que tinha no órgão. Bom, mas não vou contar toda a história. Pode até parecer meio grande a história de Sabrina Petermann com sua endometriose, mas não dá para cortar muito a realidade. Agora, uma novidade pra mim foi quando Sabrina comparou seu sangue menstrual, antes e depois da cirurgia. Vou preparar um post sobre isso, pois achei essa informação muito importante. Afinal, o seu sangue menstrual é vermelho-escuro ou vermelho-vivo? Para saber qual é o correto é só ler a história abaixo. Às portadoras que quiserem contar suas histórias no blog é só escrever para carolinesalazar7@gmail.com Beijos com carinho!

“Meu nome é Sabrina Petermann, moro em Brusque, em Santa Catarina, tenho 30 anos. Em 2001, aos 20 anos de idade, eu ainda estava na faculdade quando comecei a sentir fortes dores de estômago. Na época, graças à ajuda de uma tia, eu tinha plano de saúde, pois minha família não tinha condições de me proporcionar tal luxo, que é ter um plano de saúde no Brasil. Por conta das dores de estômago, fui a um médico, um gastro, que era extremamente atencioso. Ele fez um exame de apalpar a região do abdômen e perguntava aonde eu sentia dor. Ao tocar na área que corresponde à parte do intestino, reclamei. Foi quando ele perguntou se eu tinha alteração nas fezes no meu período menstrual. Respondi que sim, que tinha prisão de ventre nessa época. Foi aí que o doutor me apresentou uma nova doença, na seguinte frase: “Isso pode ser endometriose, conversa com seu ginecologista e quando quiseres engravidar procure um especialista.” Bom, meu caso com o gastro se revelou em uma gastrite nervosa, e de fato, nas férias, e após terminar a faculdade em 2003, nunca mais tive as tais dores de estômago. Ainda em 2001 começou minha epopeia pela tal endometriose. Até então, meu único problema era não fazer cocô no período menstrual. Na época, eu tinha uma ginecologista, uma mulher, e eu falei para ela o que sentia, o que o gastro havia me falado sobre endometriose. Lembro-me até hoje o descaso como ela tratou o assunto. A doutora não levantou nenhum minuto o rosto da minha ficha, apenas disse para eu comer mais fibras, tomar mais água durante esse período para evacuar melhor. Foi minha última consulta com ela. Daí para frente cada ano era um ginecologista diferente e falava a mesma coisa até que chegou uma fase que algumas coisas mudaram. As minhas fezes se tornaram diarreia durante o período menstrual. Mas como nenhum ginecologista dava atenção ao assunto e o gastro somente havia me dito: “quando quiseres engravidar vais precisar resolver isso”, pensei que resolveria quando quisesse engravidar, pois eu não tinha muita noção sobre o assunto. Nessa época, eu também fiquei sem plano de saúde. E assim passaram-se alguns anos.


Em 2007, eu descobri que tinha leite no peito. Após exames negativos de gravidez, uma ginecologista me disse que poderia ser um adenoma na hipófise. Vou resumir bem isso, mas essa parte aqui é importante porque foi aqui que eu encontrei uma médica que me disse: “vai resolver seu problema de endometriose hoje!”. Sem plano de saúde, fui me consultar numa clínica do Sesi, onde as consultas eram mais baratas. A tal gineco disse que era um adenoma na hipófise e que não precisaria nem fazer exames, pois era só tomar um remédio que passava. Ela pediu as contas da clínica e sumiu. E eu fiquei sem o remédio e sem saber se existia um especialista em outra área que poderia me ajudar. Mesmo assim continuei mais um ano nessa clínica, onde eu conheci a minha endocrinologista. Aliás, ela merece ser citada com nome: é a dra. Camila Colin. Ela tratou e trata do meu adenoma na hipófise até hoje e foi quem me disse: “Sabrina você tem que tratar essa endometriose agora, não somente quando quiser ter filhos, ninguém merece e nem deve sentir dor. E até você querer ser mãe poderá ser tarde demais.” Já que esse adenoma requer tratamento constante e ressonância magnética anual, fui fazer um plano de saúde. A partir daí comecei a procurar um especialista em endometriose em Santa Catarina. Fui ao nosso amigo google e nada. Era tudo bem vago, mas muitos estavam relacionados a clínicas de fertilidade, porém eu não queria ter filho naquele momento. No começo de 2010, uma amiga minha, que ia à sua consulta de rotina com seu ginecologista, disse-me: “Sabrina, não queres tentar ir nele, é em Florianópolis. Já tive problemas com outros médicos e com ele deu certo, não custa tentar.” Ele foi o primeiro ginecologista que me ouviu, que me explicou sobre a endometriose, que me diagnosticou com ela e me deu uma solução: engravidar! Segundo ele, no parto, ele faria uma cesárea e, além do bebê, retiraria o tal foco de endometriose que, segundo o exame de colonoscopia, a minha endo estava localizada no segmento retossigmoide. A outra solução seria colocar DIU (dispositivo intrauterino), o Mirena, para não menstruar. Saí de lá superfeliz por ter sido ouvida, entendida, por alguém ter acreditado em mim, me olhar no olho e não apenas na minha ficha, mas também por ele ter me explicado sobre a doença. O único problema é que eu não gostava da ideia de engravidar naquele momento, mas também não gostava da ideia de colocar o Mirena, já que esse remédio poderia durar até cinco anos no meu corpo. E se eu resolvesse ser mãe, como poderia retirá-lo antes deste período? Enfim, não sei por que, mas achava que era necessária outra solução (sexto sentido será?). Então, continuei menstruando, sentindo dores muitos fortes e passando muito mal no período menstrual. No fim de 2010, fez três anos que eu ficava de cama no primeiro dia da menstruação. Alguns meses depois, comecei a menstruar também pelo ânus. Saiam pedaços de sangue solidificados no meu cocô.


Com isso fui a um especialista em fertilidade, em Blumenau, a 30 minutos da minha cidade. Ele tinha tratado algumas pessoas, tipo a conhecida da conhecida de uma amiga da amiga. Ela tinha endometriose e queria engravidar. Esse médico fazia laparoscopia, retirava os focos. A tal fulana operou com ele e em um dia já tinha ido pra casa. Marquei a consulta e fui, mas para isso tive que mentir para a secretária dele que eu queria engravidar e não estava conseguindo. A primeira pergunta que ela fez ao telefone foi: “tais tentando engravidar e não consegues?” E eu respondi: “não!” E ela me disse: “mas o doutor só atende casos de infertilidade” E eu: “mas eu tenho endometriose e soube que ele tratou de mulheres que tinham.” E a secretária: “tais tentando engravidar ou não tais?” Então eu disse: “tô, tô tentando e não consigo! O tal médico era superdisputado e eu tive que esperar três meses para ser atendida. Chegando lá, quando ele ia explicar como funciona o seu processo para engravidar, interrompi e disse: “doutor eu não quero engravidar, pelo menos não agora.” Ele deve ter pensado naquele segundo: “O que essa louca está fazendo em uma clínica de fertilidade então?” É que eu tenho endometriose e me falaram que o senhor opera. E contei toda minha história, meus sintomas e a ideia do gineco anterior, de que precisava engravidar para retirar a endometriose. Posso dizer que esse médico mudou minha vida. Simplesmente disse: “Sabrina, você não fez ressonância da pelve para afirmar 100% de certeza o que vou lhe falar agora, mas, dentro da minha experiência, pelos seus sintomas e tudo que descreveu, a sua endometriose está num grau muito avançado. Dentro da classificação médica, ela seria grau IV (nota da editora:a endometriose se classifica em graus de I a IV, sendo este último o estágio mais severo da doença. Grau I: mínima, II: leve, III: moderada e IV: grave, mas sem sempre uma portadora em grau grave tem mais dor do que tem a leve ou a moderada). Aqui, na clínica, opero e trato endometriose, mas nos graus I e II, os mais leves, pois são os que as mulheres descobrem quando tentam engravidar e não conseguem. Dentro disso, peço que faça uma ressonância da pelve e indico o dr. Lúcio para tratar o seu caso. Ele atende numa cidade bem menor do que a tua. Vais até achar estranho eu encaminhá-la a um centro menor, dizendo que o especialista está lá, mas é verdade. Vou pedir uma RM, só para poupar seu tempo, pois o Lúcio vai precisar. Mas, antes, quero ver esse exame primeiro.” Fiz a tal ressonância, e tanto eu quanto qualquer leigo poderia ver que, meus focos de endometriose estavam estrangulando parte do meu intestino e o ovário esquerdo tinha quatro focos bem visíveis. O relatório da ressonância classificava como endometriose grau IV. Deixei o tal exame na clínica do dr. Fernando, em Blumenau, pois ele me ligaria falando sobre o exame. Marquei a consulta o tal dr. Lúcio. Consegui marcar já para a semana seguinte, então, pensei: “Meu Deus, ele deve ter comprado a máquina da ressonância e não tem pacientes, só pode.” O dr. Fernando ligou e disse que o exame confirmava o que ele suspeitava, e que eu não tinha tempo a perder. Ele foi bem enfático ao telefone, ao insistir de que eu precisava do dr. Lúcio. Ainda não entendia bem o que ele queria dizer. Chegou o dia da consulta e, pela primeira vez na minha vida, fui ao gineco acompanhada de meu marido. Pedi a ele para entrar junto comigo no consultório. A ideia era ter mais uma pessoa observando o tal médico, pois ainda não acreditava de que teria a solução para o meu problema, numa cidade de 60 mil habitantes.


A clínica estava cheia e ele tinha três secretárias. Lá ouvi que não tinha consulta com ele pra daqui a alguns meses. Então, entendi que eu fui atendida em caráter de urgência, por ter sido encaminhada por outro médico. A consulta resolveu a minha vida! Eu e meu marido gostamos muito do médico. Segundo o doutor, a cirurgia teria que ser feita logo, antes do intestino fechar e eu ser levada ao pronto-socorro em caráter de urgência, com o intestino estourado, e cocô por todo o organismo tendo, e teria grandes chances de perder todos os órgãos reprodutores ou até mesmo de falecer. Logo de cara ele me falou da cirurgia, da equipe multidisciplinar que ele tem e fiquei supercontente. Ele me disse: “Sabrina é uma cirurgia de grande porte, você consegue entender isso”? E eu: “sim, sim.” Bom, mas só fui entender, depois de ter passado por ela. Eu estava tão feliz, por, finalmente, depois de 10 anos de procura, ter encontrado o médico que ajudaria de verdade! Como eu não conhecia nenhuma paciente dele fui a caça de informações. E, então, minha sogra se lembrou de uma amiga dela que tem uma filha que é médica na mesma cidade do dr. Lúcio, e mandou um e-mail à ela explicando por um pouco a situação, e pedindo informações sobre o médico. A resposta foi as melhores referências sobre ele. Foi uma ótima surpresa. Mais tranquila, marquei minha cirurgia para agosto, pois estávamos em maio. Eu viajaria em junho e o médico em julho. Sobrou o mês de agosto. No dia 15 de agosto de 2011, uma segunda-feira, às 9h da manhã, sai de Brusque com uma comitiva: minha mãe, minha sogra e meu marido. Viajamos três horas de carro para me internar, pois no dia seguinte seria a minha cirurgia. Às 6h da manhã, do dia 16, fui encaminhada para o centro cirúrgico, do qual eu somente voltei às 21h. Foram 10 horas de cirurgia, seis médicos e seis enfermeiras envolvidos. Lembro-me de ter entrado no centro cirúrgico, das enfermeiras terem se apresentado e do dr. Lúcio conversando comigo. Depois, eu me lembro de chegar ao quarto e ver a expressão estranha no rosto dos familiares: eu tinha um tubo que entrava pelo nariz e ia até o estomago (sonda gastro), uma sonda urinária (que permaneceu em mim por duas semanas), um dreno no corte do abdômen para drenar os líquidos, que se formam pela intervenção e, também, já estava tudo preparado caso precisasse de uma bolsa de colostomia (nota da editora: bolsa afixada no abdômen, por meio de uma incisão, com o objetivo de drenar as fezes, quando o intestino grosso, reto ou ânus não funciona normalmente)  E soros, isso mesmo, no plural. Tinha soros nos dois braços. Eu estava com uma cor horrível, pois perdi muito sangue durante a cirurgia. Ela se resumiu em 20 cm de intestino retirados, parte do ovário esquerdo retirada e um implante do ureter (nota da editora: são canais que levam a urina dos rins para a bexiga). Durante a cirurgia foi descoberto que meu ureter estava tomado por aderências e o urologista foi chamado às pressas. Além de tudo isso fui submetida a uma plástica vaginal. A minha vagina foi completamente refeita internamente, tamanha a quantidade de aderências que tinha ali. Fiquei uma semana internada. No hospital, tive que reaprender a levantar da cama, a andar, a respirar. Fiz fisioterapia para tudo isso. Reaprendi a fazer cocô e xixi, já que parte da minha bexiga foi retirada também. Ouvi das enfermeiras que fiz uma cirurgia sete em uma, e também a pergunta: “Como você deixou a doença chegar nesse estágio?” Fui extremamente bem atendida por toda a equipe do hospital, e principalmente, pelo meu médico que me visitava todos os dias, inclusive, no fim de semana. Os outros médicos também me visitaram (eram duas visitas de cada um dos especialistas), e me explicaram o que tinham feito como estava e como ficou. Deixo bem claro que fui para a cirurgia ciente e também esperando que eles tirassem meu útero, meu ovário esquerdo por completo, trompas etc. No fim tudo ficou. Ainda bem! Mas não sabíamos da necessidade de retirar parte da bexiga, o ureter e muito menos da plástica vaginal. Isso não aparecia na RM. Segundo minha mãe, ao sair do centro cirúrgico, o dr. Lúcio disse: “Nunca vi uma doença causar tanto estrago!”


Voltei para casa oito dias depois, fraca, com uma sonda urinária e começando a fazer cocô novamente. No começo, eu não podia ficar sozinha. Meus pais se revezaram nos cuidados. Minha mãe era quem me dava banho, sentada comigo debaixo do chuveiro. No primeiro mês voltei todas as semanas ao médico, e mesmo assim, ele telefonava perguntando como estava. No segundo mês retirei o cateter ureteral (nota da editora: tubo de plástico, tipo um caninho, que ajuda a drenar a urina). Para isso, fiquei internada algumas horas. Mais uma vez no centro cirúrgico e três médicos envolvidos. Deu tudo certo. A partir daí meus retornos ao médico passaram a serem cada 15 dias, mas dr. Lúcio me ligava toda semana. Dois meses após a cirurgia, menstruei pela primeira vez, e foi completamente diferente de todas as outras vezes. Vinha sangue, bem vermelhinho, como se eu tivesse cortado a pele, um vermelho bem vivo. Falei para o médico completamente feliz e sorridente. E ele me respondeu: “É assim que deve ser.” Então, vocês devem querer saber como era o meu sangue antes: era escuro, quase preto e vinha em pedaços. Ficava menstruada de oito a 10 dias, sendo que os três primeiros vinha uma borra preta até realmente começar a menstruar de verdade, com sangue coagulado. Em novembro de 2011 comecei o tratamento com Zoladex, que ganhei no SUS. Meu médico preencheu todos os papéis, e em um mês, eu retirei a primeira injeção. Tomei a última no dia 31 de dezembro de 2011. Hoje ainda estou sob efeito do Zoladex, ou seja, menopausa induzida, sentindo muitos calorões. Minha saga ainda não chegou ao fim, devo fazer mais um exame em agora em fevereiro ou março para ver se o implante do ureter está funcionando. Também voltarei ao médico especialista em fertilidade, para ele analisar como ficou a parte reprodutiva nessa história toda.

Fiz todos, exatamente todos esses processos pelo meu plano de saúde, a UNIMED. Mas sei que tudo correi bem graças a atenção do dr. Lúcio, que fez toda parte burocrática. Ele até ligava para o convênio para aprovar a minha cirurgia. Também contei com o apoio e atenção dele em preencher os papéis do SUS para ganhar o Zoladex, pois não tenho condições de pagar quase 2 mil reais por um remédio. Eu convivi 10 anos com a doença, e com o passar do tempo, ela evoluiu dentro de mim e fez muitos estragos. Ainda não sei se poderei ser mãe um dia, mas isso não me incomoda muito não. Sim, eu sofri durante essa minha convivência com a doença, mas minha vida seguiu. Não deixei de fazer nada por conta da doença. Cursei faculdade, consegui meu primeiro emprego, namorei, me formei, arranjei muitos outros empregos, casei, viajei em lua de mel, abri meu próprio negócio, viajei mais algumas vezes. Continuei seguindo a minha vida, apesar de sentir dor e sofrer 10 dias todos os meses. Ao final dessa longa história, gostaria de dar o nome completo e a cidade do meu anjo: dr. Lúcio Flavo Dalri, de Rio do Sul, em Santa Catarina. Estou há muito tempo para escrever e compartilhar que existe esse médico aqui, escondidinho no Alto Vale catarinense, em uma cidade de 60 mil habitantes, que tem essa equipe multidisciplinar maravilhosa. E o melhor é que faz tudo isso pela UNIMED, sem cobrar 1 real a mais. Após tudo isso, não posso mais menstruar para a doença não voltar. Agora, sim, deverei usar o Mirena. E se um dia eu tiver uma filha, ou se eu posso dar um conselho para alguém é: não menstrue! Use implante, use qualquer outra coisa, mas não menstrue! Só menstrue na fase que quiser engravidar! Espero que minha história seja um alerta para muitas mulheres. Beijos com carinho! Sabrina."

44 comentários:

  1. Fiquei muito emocionada com a história da Sabrina, também sou de Brusque e descobri agora em no dia 17/01/12 que tenho endometriose e também já está um pouco avançada, estou fazendo vários exames e tentando marcar a cirurgia, e a história dela me deu muita força para começar minha luta contra a endometriose, se possível Caroline você poderia me passar o e-mail da Sabrina, pois gostaria muito de ter contato com ela, pois pensei q na minha cidade só existisse eu com endometriose, pois a maioria das pessoas nem sabem o que é essa doença.Ficarei muito feliz de você puder me passar o contato da Sabrina.

    Obrigada
    Regina

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    1. Olá, Regina como vai?
      Realmente a história da Sabrina é muito emocionate. Emocionou a mim também. Você anotou o contato da Sabrina? Quando descobrimos que estamos com endo, achamos que só nós temos essa doença. Mas vc não está sozinha. Aliás, pelas estatísticas, são muitas brasileiras que têm endo, quase 15 milhões. Seja muito bem-vinda ao blog. Obrigada, Sabrina, por trocar contato com a Regina. Beijos com carinho!!

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  2. Oi Regina....meu e-mail para contato:
    contato@sabrinapetermann.com.br

    Bjus
    Sabrina

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    1. Obrigada, Sabrina, por trocar contato com a Regina. Beijos com carinho!!

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  3. Oi Sabrina!
    Que história essa sua. Muito triste como muitas outras. Por que será que eu não fiquei assustada quando cita que sua ginecologista teve descaso com seus sintomas? Resposta simples: as ginecologistas mulheres não dão atenção as queixas das suas pacientes, essa é a verdade.Enquanto isso a endometriose vai fazendo a festa no corpo da mulher. Fica obvio cada vez que falo ou leio relatos de mulheres portadoras de endometriose, que infelizmente existem muitas ginecologistas péssimas, a realidade é que os homens que são ginecologistas são mais atenciosos, embora a maioria das pacientes não goste de homens por motivo de vergonha, entre outros, só posso dizer que eles são bem melhores como ginecologistas.
    Com certeza você não foi a primeira e nem será a última que passou por tanto sofrimento por causa de péssimos profissionais.
    Nunca souber de cirurgia plástica vaginal por causa da endometriose,fiquei bastante surpresa com esse seu relato. Você é guerreira! No momento certo, no tempo de Deus, ele fará uma obra na sua vida, a gravidez é apenas uma consequência, ela não cura endometriose. Se você tiver que ser mãe de filhos biológicos, com ou sem tratamento,você será, independente de ter ou não endometriose, pois quando Deus permiti, doença nenhuma é capaz de impedir.
    Obrigada por dividir sua história!
    Força e fé sempre!
    Que Deus a proteja.

    Beijos
    Hosana

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    1. Hosana, minha querida!
      Obrigada por seu carinho!! Infelizmente, todas as histórias de mulheres com endometriose que conheço são muito surpreendentes. Beijos com carinho!!

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    2. Verdade, 06 anos consultando com uma gineco mulher e ela nunca suspeitou que era endometriose, na 1ª consulta que fiz com um gineco homem, saí de lá com o diagnóstico e em uma semana fiz a videolaparoscopia que confirmou a endo já com aderências. Indignada. Nunca mais vou em mulher.

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    3. No meu caso foi a minha ginecologista que "descobriu" a doença. Ouviu todas as minhas queixas e fez o diagnostico certo!

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  4. Olá Hosana...

    Obrigada pelas palavras de carinho...
    E sim, percebi que fui melhor atendida por ginecologistas homens depois de vencer esse preconceito que eu tinha, eu tbém fui uma dessas mulheres que preferiam médicas mulheres....
    Depois de ter sido literalmente virada do avesso....hehehe...não tenho mais esse tipo de vergonha, e óbvio, não preciso nem dizer que eu encontrei um `ginecologista pra chamar de meu` como diz meu marido.
    A doença é algo relativamente novo na medicina e por isso muitos médicos desconhecem....mas nesses 10 anos que eu sei que tenho ela, muita coisa mudou...
    Por exemplo blogs como esse aonde podemos trocar informações ...etc...não existiam e por isso que eu superei a minha vergonha digamos assim, e resolvi expor minha história aqui....nos mínimos detalhes....pra que eu conseguisse ajudar principalmente as mulheres de Santa Catarina que devem ter dificuldades assim como eu tive de encontrar um especialista em nosso estado.

    Beijos
    com carinho
    Sabrina

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  5. Estou emocionada com sua história... relata o descaso e a desinformação...
    engraçado que conversando com meu marido, percebi uma série de sintomas e provavelmente seja endometriose... mas como achar um especialista?
    Será que o dr Lucio teria um amigo aqui por Rio Grande no RS??
    Obrigada e muito obrigada pela sua lição de vida...
    ATt Renata

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  6. Oi Renata
    Não fasso idéia se Dr. Lucio conheça alguém no Rio Grande....mas sei de uma clínica super famosa em Porto Alegre, de fertilidade, com certeza lá eles saberão te indicar alguém relacionado a endo, ou até mesmo podem ter um médico especialista nisso...
    www.fertilitat.com.br
    Convivendo com endometriose percebi que nessas clínicas ou médicos de fertilidade encontramos a cura ou a resposta/indicação...
    Essa Fertilitat é premiada em toda américa latina como uma das melhores...tente lá! E boa sorte!

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  7. oi eu mim chamou natalia tenho endemetriose . faz . seis . messeis q descobrim . fiz unha cirujuia . estou usano . bolça colotomia . vou fazer outra cirujia . para reverter . muito dificil . minha vida mundou de cabeça pra baixo tenho 41anos .meu medico . foi pelo sus . fui muito bem . antedida . dr.. Paulo sejio foi . q fez a cirujia .Dr Maurico . morou em sao paulo . dr Mauricio genecologista . hospital univesitario . usp .. recomendo . bom hospital . fiz todos exameis nesesario . costou q sim tratava de edemetriso . sentia dores forte . estomogo .estou cheia de esperança q tudo vai ficar bem nao sento mais dor . esto tomando exerçao . q sus fornecer . estou na maunopausa . vou tiram . os dois ovario . pedaço do estetino bom . todas as mulheres q tem edemetriose . nao perda esperança . e dificil com viver com essa doença terreivel ...a todos muito obrigando .

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    1. Oi Natalia!
      Espero que esteja tudo bem com você.
      Realmente o hospital universitário é muito bom. Fico feliz que tenha realizado sua cirurgia por ele e por bons profissionais e mais feliz ainda por você não está sentindo dores.

      Beijos com carinho
      Hosana Santana

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  8. Nossa!É a primeira vez que entro no blog para saber mais sobre endometriose.
    Tive um gravidez tubária rota em maio/2012 e descobri a doença.
    Sou do RJ e fui em um especialista em Endometriose Dr Marco Aurélio, mas confesso que ainda estou perdida com tantas informações.
    A minha ainda é leve, mas tenho os sintomas de diarreia durante o periodo menstrual, pontadas no anûs, dores na relação e dores de cabeça.
    Na verdade a única coisa que eu fiz é tomar a pílula direto para não mesntruar mais.
    Fiquei surpresa com as histórias que estou lendo e um pouco assustada com essa doenç que ainda desconheço.
    O que devo fazer operar logo?

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    1. Oi Renata!
      Tudo bem?
      Seja bem vinda ao blog!
      A endometriose assusta, porque ela de uma certa forma destrói. Tem mulheres que tem endo de grau IV e não sentem nada, já outras de grau leve sentem, a endometriose é um mistério.
      Sua médica e você que tem que decidir se é bom ou não fazer essa cirurgia agora, porque a cirurgia é uma forma de tratamento, e fazendo ela, pode-se ganha um pouco de qualidade de vida. Mas se ela sugeriu o ac continuo, quem sabe você não vai melhorar das dores. Analise e qualquer coisa volte a ela e peça outra forma de tratamento, pois só sua médica saberá o que é melhor a você.
      Fica a dica: confiança no médico é tudo. Se não confia, procure a opinião de outro profissional. Porque o importante é você ficar bem e sem dores.

      Boa sorte!
      Que Deus a proteja.

      Beijos, com carinho
      Hosana Santana

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  9. Olá Sabrina, também sou vitima da endometriose, depois que ganhei a minha filha, sentia muitas dores na relação sexual, na menstruação, dia a dia, chegando a ficar de cama, sem conseguir fazer nada, nem passar uma vassoura na casa. No início não entendia os sintomas, fui na minha ginecologista e trocava toda hora de anticoncepcional, acho que tomei uns 5 diferentes durante 3 anos, fazia ecografia, exame de sangue, urina e nada de descobrir minhas dores e sangue irregular, foi ai que nesse período minha irmã descobriu que tinha endometriose, e os sintomas
    eram bem parecidos, pensei que poderia ser isso também, então pesquisei no google e comentei com minha ginecologista, ela também não fez muito caso, mas disse que poderia ser. Depois de quase 4 anos sentindo os sintomas, menstruei 2 meses direto mesmo tomando anticoncepcional, nesse período fui morar noutro estado e consultei com outro ginecologista que me disse que era pra eu ser tratada como endometriose, tomei 2 injeções trimestrais e engordei 4kg em 6 meses. Foi ai que decidi colocar o diu Mirena. Ele tem me ajudado bastante, mas ainda tenho dores um pouco menos severas e uma borra vem de vez enquando, principalmente depois das relações. Penso em fazer videolaparoscopia, mas o meu ginecologista descarta a necessidade, mas penso comigo, não vou ficar toda minha vida sentindo dores, não é normal, e ultimamente tenho tido cólicas retal.
    Claro que nada se compara a vc, mas temos o mesmo problemas, e temos que ficar bem, sem dor.

    Bjs - se cuida

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  10. Nossa Sabrina, que história emocionante.....Pois e, Doutor Lúcio também é meu anjo, pois descobri minha endometriose graças a ele... Eu tinha uma ginecologista que calterizou meu útero inteiro quase, sem saber o que eu tinha.. Quando cheguei até ele, ele me apresentou a endometriose e eu fiz uma videolaparoscopia e foi visto que eu tinha aderência no útero com o intestino...Graças a Deus e ao doutor Lúcio, hoje vivo uma vida saudável e feliz! Giovana

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  11. Olha, eu chorei lendo o teu blog. Entrei pra ler sobre o mirena e estou com sintomas super parecidos com os teus.
    Cheguei no go com uma menstruação escura, menstruando todos dias mesmo com o anticoncepcional continuo, colicas diarias, não apareceu nada na eco pelvica, estou indo repetir a eco em outro laboratorio para fazer uma transvaginal, mil exames de sangue e com um mirena a ser estudado por mim, enquanto isso, parei o meu mercilon na quarta, com um belo antibiótico, porque o espassamento do meu endométrio denunciou uma infeccao no utero porque a menstruacao era continua e lazarenta, e vou iniciar o gestinol domingo por 1 ciclo para então dar a resposta pra gineco se eu topo o mirena ou se vou usar um anel vaginal. Menstruei com 9 anos. fui ao ginecologista pela primeira vez. Na primeira consulta descobri um cisto de 7x10x3cm e Operei meu ovário direito aos 12 anos com o medo de um câncer e com leite nos seios como se estivesse grávida! Tomo hormônio desde essa época. Hoje aos 26 descobri m cisto na hipofise do tamanho de um grão de arroz, e ainda me deparo com essa epopéia.
    graças a experiência me dei conta a tempo da infecção que se não fosse corrigida poderia ter uma sepse!!!!
    Vendo a tua historia, fico com mais medo ainda, não sei o que esperar disso tudo, sempre fui pró-não menstruar. Antes que venham me julgar falando em aborto e afins, aos 12 anos eu nem sabia pra que servia um ovário e passei a usar hormônios mais pela saúde do que pela concepção. E tu está certa, mais um motivo para que eu tenha esta opinião. Menstruar envolve muitos riscos e pior que m mioma, um cisto, um pólipo, a endometriose é uma doença muito seria e que inclusive pode causar o antigo "gravida pelo intestino" ou o "gravidez pela bexiga". Li coisas horríveis sobre o mirena, sobre implantes, sobre anel vaginal, todos métodos tem coisas horríveis e só penso em não menstruar e não ovular! Até peço a gentileza que quando tu fizer o implante do teu mirena que comente no blog, porque assim como eu, muitas leram coisas ruins e tem a esperança de ler algo positivo a respeito, até porque o anel custa R$50/mês aqui em Porto Alegre, em vista dos R$700/5anos do mirena (que a unimed cobre).
    Sou solidária e te parabenizo por toda essa caminhada. (Sofri anos com cólicas e com gastro me falando que as dores eram gases e eu tirei um baita de um pum do tamanho de uma bola de tenis dos ovários! Hehe ) Não tenho noção da tua dor, não sei o que tu passou mas o alivio de saber que tem mais gente que também tem um medico de confiança e que acertou no diagnóstico como foi comigo é muito confortante. ter a vida na tangente que poderia ter sido resolvido com um anti ou um diu é revoltante! Parabéns pra ti e pra tua familia, e pela força que tu e o teu esposo. Tiveram durante essa trajetória! Muita saúde e alegrias pra ti. E não te engana, já vi mulheres perder trompas e ovário com endometriose e engravidar de gêmeos!!!! Posso não te conhecer, mas obrigada por ser confortaa por alguém tão amiga que se abriu e publicou a própria dor!!!!!andressa- porto alegre -rs

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  12. Sabrina, descobri que tinha endometriose 11 anos atrás e fiz todos os exames, remédios, videolaparoscopia e usei o DIU de Mirena, mas na verdade nada adiantou. Continuo menstruando 30 dias no mês, já tomei quase todos os anticoncepcionais possíveis para ajudar na diminuição da menstruação e nada,sinto dores que já me causaram hemorragias sérias e na minha cidade nenhum médico resolve e como não tenho plano médico e nem condições de pagar fico nessa situação. Fiz quando pude e hoje em dia tento conviver com todo esse problema. Falta muita informação para nós mulheres sobre essa doença. Não temos médicos próximos com informações suficientes para nos orientar e pior estou muito preocupada porque com muita dificuldade consegui pagar a colocação do DIU, o DIU que mesmo constando todo o grau do problema a saúde não nos fornece e por um fato que nunca vou descobrir ele saiu do lugar e fui obrigada a retirar. Agora sofro o dobro com o sangramento e com as fortes dores sem dizer que isso me trouxe anemia, fraqueza e depressão. Minha endometriose é no canal do reto e a única coisa que posso fazer neste momento é compartilhar com vocês meu problema e rezar para que um milagre como o seu ocorra comigo.

    Um forte abraço,
    Larissa

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    1. Larissa, você já ouviu falar da Depo-provera? É uma injeção trimestral a base de progesterona, que estou usando para parar de menstruar, e está funcionando bem. Ainda não sei se tenho endometriose, estou na fase do diagnóstico. Desejo tudo de bom e que você consiga vencer esta doença e melhorar. Um abraço!
      Elana Batista

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  13. Que história a sua!
    Sofro com o mesmo problema há oito anos e a médica só quer me indicar anticoncepcional, e mesmo assim sinto dores, minhas fezes ficam amolecidas no período menstrual. Perguntei se o meu caso não é para intervenção cirúrgica, e a única coisa que ela me respondeu é que quando eu quiser engravida tenho que voltar ao ginecologista, isso sem ao menos fazer uma ressonância !
    Lendo sua história fiquei preocupada com a minha.
    Te desejo a melhor sorte do mundo, um abraço.

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  14. Oi meninas...voltei aqui depois de um tempo e vejo muitos comentários novos no post sobre minha história...
    Quero dizer que esse e-mail que coloquei para contato não existe mais...agora meu contato é:
    sahpetermann@hotmail.com.

    Estou meio sem tempo...nem sempre consigo responder e-mails logo...porque estou exercendo um novo papel em minha vida: mãe! Sim eu sou mãe de gêmeos, um casal lindo...a Cecília (que com certeza não vai menstruar na vida dela....heheheh, mamãe não vai deixar, já que filhas de mãe com Endo tem mais chances de ter endometriose) e o Guilhermo, assim mesmo com "O" no final, bem italiano, bem forte!

    Eles nasceram no dia 24 de março de 2013...e eu fiquei grávida exatamente um ano após a minha cirurgia...

    Quando tiver um tempo...porque a minha vida é uma grande loucura agora, estarei escrevendo sobre esse momento na minha vida para vocês....sobre a conquista da gravidez, sim, conquista, porque gravidez para quem tem endo é uma conquista...

    Beijos
    Sabrina Petermann

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    1. Gleisinara Sofia Junges21 de junho de 2014 19:37

      Qual o contato do medico de blumenau ? Vc fez tratamento pra engravidar? O meu email é brink_party@ibest.com.br

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  15. nossa fiquei apavorada com a historia da Sabrina,embora tenho noção da gravidade da doença mas não tinha lido nenhum depoimento desses enfim estou sempre em medico pois tenho essa maldita doença e já sofri muito ate descobrir que tinha,hoje trato e tento viver melhor embora as vezes perdemos a vontade e tanto sofrimento que as vezes penso que não vou suportar a minha já esta tomando um pedaço do meu intestino por fora, e há 2semanas comecei o tratamento com allurene espero que de resultado

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  16. olá,caroline sarazar
    eu queria saber,eu tenho 12 anos e sinto muita colica 1 ou 2 dias antes da minha mestruaçao parar.eu tive mestruaçao aos meus 11 anos e eu vi em um site q meninas q tiveram mestruaçao muito cedo tem mais chances de ter endometriose.minha mestruaçao tbm vem pedaços pequenos de sangue,o sangue desce vermelho nem muito claro nem muito escuro.o pode ser?obrigado pela oportunidade.
    bjs,obrigado

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  17. Gente,
    Eu tenho 31 anos, sempre sofri com cólicas insuportáveis no período menstrual e ficava também bem ruim do intestino. Em vários anos passei no mínimo por 4 ginecologistas, nenhum me diagnosticou endometriose. Tive imensa dificuldade em engravidar, porém os exames não acusavam nada. Em outubro de 2012 para minha surpresa, quando não tinha mais esperança engravidei. Descobri que tinha endomet riose na cesarea do meu filho. Meu obstetra perguntou se eu eu sabia que tinha endometriose, eu disse que não e que inclusive fiz exames e deram negativos. Ele me disse que me pediram os exames errados, que eu tinha que ter feito uma microcirurgia, acompanhada com camera. Nunca me pediram isso, sempre fui ao ginecoligista anualmente. Ele disse que meu filho é um milagre. Eu chorei muito naquele momento e me senti tão abençoada por Deus. No momento a orientação que o meu obstetra deu é não menstruar e se eu sentir qualquer coisa diferente, devo entrar em contato com ele.

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  18. Socorro! alguem cinhece um especialista de endometriose em Porto Alegre?
    aguardo resposta. para minha esposa
    Obrigada!

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  19. Olá...essa história é de arrepiar. Bem, estou em processo de diagnóstico da endometriose, com muitas dúvidas, com uma angústia indescritível, pois realizei uma eco trans no dia 09 de janeiro de 2014, e o médico me relata que nunca viu nada parecido antes (o que me deixou APAVORADA), me solicitou uma RM da pelve que farei agora dia 20/01. Passo os dias lendo sobre endometriose, e as vezes algumas coisas me confortam e outras me deixam muito desanimada. Afinal definimos que 2014 seria o ano de aumentar a família! (não temos filhos). Passados 09 dias do ano chega essa notícia e a angústia de como tudo vai ser...As incertezas e medos me preenchem nesse momento, estou dando os primeiros passos,porém tenho sintomas há muitos anos e aí me pergunto a situação em que a doença (caso se confirme) estará??? Está sendo muito difícil esse momento.
    Bem, gostaria de saber como a Mary aí acima se alguém poderia indicar um profissional ou clínica em Porto Alegre...
    Obrigada.

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  20. Gente..não precisa apavorar...meu caso extremo e resultou em uma gravidez gemelar após uma FIV...
    Bjus com carinho

    Sabrina Petermann
    www.gemeosumcasal.blogspot.com

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  21. Também sou de Porto Alegre e procuro por um especialista. Tenho cólicas desde a adolescência mas enquanto tomei anticoncepcional não sentia. Agora estou sem há um ano e além de não engravidar tenho cada vez mais dores. Pelo visto terei que consultar na Fertilitat...só que a consulta custa muito caro!
    Será que há outra saída? Tenho unimed.
    Marta

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    1. Meninas, também sofro com essas dores há muitos anos.Tenho um filho de 4 anos,e há um ano coloquei o Mirena, mas nunca parei de menstruar, e as cólicas só aumentaram. Conversando com minha Gineco, levantamos a suspeita da Endo, ele me indicou o Dr Gustavo Pereti Rodini da Clinica Endofemme em Poa, fui a consulta com ele, e ja marcou a Video. Mas infelizmente meu marido teve um AVC, e isso me impediu no momento de realizar a cirurgia. Estou esperando a recuperação dele, para então tentar aliviar essas dores, que mesmo tendo o Mirena e tomando o Cerazette, continuo com sangramentos de escape e com muitas dores, mesmo fora do periodo menstrual. Bom, pra quem precisa de um especialista em Endo eu recomendo o Dr Gustavo, ele foi muito atencioso, pelo que me parece um ótimo médico. Assim que eu fizer a cirurgia ( espero faze-la ate junho), eu retorno pra contar como foi. Espero ter ajudado!

      Abraços

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  22. Que história incrível e com um final feliz, Graças a Deus! Parabéns Sabrina por essa vitória e essa força de vontade de correr atrás da causa das dores! Estou há dois meses operada de endo profunda, retirei cerca de 13 cm de retossigmóide e muitas aderências. Esse período de adaptação é bem chato, mas com fé em Deus dará tudo certo. Ainda sinto cólicas, mas não como aquelas que sentia!
    Abraços!

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  23. Oii...que história!!! Já me consultei com o Dr.Fernando, um amor de pessoa também, mas foi para engravidar mesmo, no caso ainda não consegui. Quase fiz uma videolaparoscopia com ele, mas acabei cancelando, mas acho que voltarei nele.
    Bjos.

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  24. Oi, parabéns Sabrina, por sua força de vontade, tenho endometriose e só descobri isso há 20 dias que foi quando fiz minha vídeo, já tenho um filho de 04 anos e meio, tomei pílula continua durante 03 anos, quando resolvi parar de tomar para ter outro bebê. Não tive sintoma nenhum que a endometriose causa (cólicas e muito fluxo),e como já tem 01 ano e meio que estou tentando minha GO me pediu para fazer um exame chamado histerosalpingografia e através dele descobri que minhas trompas estavam coladas e por isso tive que fazer a vídeo, foi ai que a médica que me operou me disse que descolou minhas trompas e que retirou focos da endometriose dos ovários, útero, trompas e bexiga, que também tenho um foco bem pequeno no intestino, mas que devido ao tamanho ela preferiu não retirar para não obstrui-lo.
    Ela também me disse que tenho que tentar engravidar o mais rápido possível, e que assim que eu engravidar novamente e tiver o bebê, tenho que interromper a minha menstruação para os focos não voltarem novamente e não ter problemas futuros.
    Menstruei 08 dias depois do procedimento e vou ter ser sincera, meu fluxo veio muito, com o sangue numa cor mais viva, mas não tive cólica nenhuma.
    Agora é só confiar em Deus e se for da vontade dele irei ter outro bebê, mas já conversei com o meu marido e resolvi me dar um prazo de 01 ano para tentar engravidar de novo, se nesse período não conseguir, vou interromper novamente a menstruação.

    Abraços,

    Herica

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  25. Muito emocionante a história, ainda mais por se pensar que realmente muitas mulheres sofrem por falta de informação, não conhecem a doença e ninguém as alerta. Parabéns ao médico que se mostrou preocupado durante todo esse período

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  26. Olá Sabrina que história fiquei emocionada e feliz por vc ter se recuperado.Agradeço pelas informações e por dividir a sua história.

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  27. Boa Noite, eu tenho 25 anos moro em Joinville Sc, tenho sintomas a algum tempo muita cólica, preciso de indicações de algum ginecologista que dê atenção e me encaminhe exames pra saber de tenho enometriose , por favor alguém sabe indicar? Estou cansada de ter dores estomado alterado enfim, e ir de ginecologista em ginecologista e ninguem fazer nada alem de trocar de anticoncepcional.

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    1. Não sei se você já encontrou, dr Alexandre da clínica Vitae é especialista.

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  28. Boa tarde,

    Preciso muito de uma ajuda, tenho endometriose e estou com dificuldade em encontrar um médico que faça a video pelo plano Agemed em Florianópolis.Obrigada!!

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  29. Boa noite você consegui algum medico que faz a video pelo plano da agemed também preciso fazer

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  30. Este comentário foi removido pelo autor.

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  31. Sou de tijucas sc trato o meu caso com um doutor em itajai José Henrique Eing e essa semana ele me encaminhou pra uma médica amiga pra tratar da cirurgia fez um ano que sinto dores pélvicas no ciclo mestrual até que não dói tanto na adolescência já sofri muito mais essas dores latejantes na pélvis me matam a primeirar rm não achou endometriose só que dessa vez no segundo exame de toque doutor sentiu eu tbm e no canal reto meus hábitos intestinais estão terríveis cólicas pra evacuar ora da diarréia ou não confesso que me emocionei bastante com sua história pq infelizmente tem médicos que não dão importância aos sinais sempre mestruei 7 dias muito sangue preto e coagulado e na adolescência os médicos que eu procurei diziam que era normal até vomitar eu vomitava quando casei as dores melhoraram já tive duas gestações e foi a partir dessa dor pélvica que fui atrás de outro g.o esse foi atencioso se não tava até hoje achando normal quem quiser conversar deixo meu email noanjos@hotmail.com e assim que eu fizer a transvaginal com preparo intestinal e souberegião detalhes do meu caso eu escrevo minha história bjs e saúde a todas

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  32. Sou de tijucas sc trato o meu caso com um doutor em itajai José Henrique Eing e essa semana ele me encaminhou pra uma médica amiga pra tratar da cirurgia fez um ano que sinto dores pélvicas no ciclo mestrual até que não dói tanto na adolescência já sofri muito mais essas dores latejantes na pélvis me matam a primeirar rm não achou endometriose só que dessa vez no segundo exame de toque doutor sentiu eu tbm e no canal reto meus hábitos intestinais estão terríveis cólicas pra evacuar ora da diarréia ou não confesso que me emocionei bastante com sua história pq infelizmente tem médicos que não dão importância aos sinais sempre mestruei 7 dias muito sangue preto e coagulado e na adolescência os médicos que eu procurei diziam que era normal até vomitar eu vomitava quando casei as dores melhoraram já tive duas gestações e foi a partir dessa dor pélvica que fui atrás de outro g.o esse foi atencioso se não tava até hoje achando normal quem quiser conversar deixo meu email noanjos@hotmail.com e assim que eu fizer a transvaginal com preparo intestinal e souberegião detalhes do meu caso eu escrevo minha história bjs e saúde a todas

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