segunda-feira, 22 de setembro de 2014

"COM A PALAVRA, O ESPECIALISTA" DOUTOR HÉLIO SATO!!

Em "Com a Palavra, o Especialista", o doutor Hélio Sato aborda as aderências. Como elas surgem? Quem tem endometriose mesmo nunca tendo feito cirurgias, pode ter aderências? Quanto tempo após a cirurgia elas surgem? Já falamos bastante sobre esse tema no blog, e meu conselho para quem fez cirurgias é: faça o mínimo de esforço possível após qualquer cirurgia, até mesmo a videolaparoscopia. Eu já escrevi aqui sobre a "A importância de uma boa recuperação após a laparoscopia". Na minha segunda vídeo, por opção minha, para que eu tivesse uma recuperação melhor e com menos aderência que a primeira, eu fiquei seis meses sem fazer muito esforço, sem carregar peso. 

A outra questão é para quem tem endometriose profunda e quer engravidar: faz a cirurgia primeiro ou tenta engravidar? O mais importante é a mulher ser seguida por um bom especialista, e que ele seja ético e honesto, para que o médico avalie a melhor opção para o casal, em especial, para a mulher. E isso depende de cada caso. O tratamento de endometriose é individualizado. O que é bom para mim, nem sempre é bom para você. Por isso, não dá para basear seu caso no de outra s portadoras. É muito importante confiar em seu médico. Beijo carinhoso!! Caroline Salazar

Olá, Dr. Hélio! Gostaria de saber se uma mulher com endometriose profunda, que quer engravidar, deve primeiro fazer uma videolaparoscopia para retirada dos focos ou pode tentar uma fertilização in vitro? Qual a melhor opção? Anônima

Doutor Hélio Sato: Depende de muitos detalhes como a idade da mulher, sua reserva ovariana, a intensidade dos sintomas, os órgãos que a doença está, a anatomia das tubas uterinas, o espermograma do companheiro, a facilidade de acesso aos tratamentos. Se há a possibilidade de gravidez natural ou não. Portanto, a decisão é individualizada e depende de cada caso e também muito da decisão do casal. 

- As aderências só surgem após as cirurgias? Para quem tem endometriose e nunca operou há a possibilidade de ter aderências? Quanto tempo após a cirurgia, ela pode aparecer? Joseane Roseghini Bervian, Peritiba, Santa Catarina

Doutor Hélio Sato: Superfícies de tecidos e órgãos ao perderem sua integridade, no processo de cicatrização formam bandas de colágenos. A presença deste novo tecido caracteriza as aderências. As aderências surgem por diversas causas como cirurgias abdominais, infecções nas tubas uterinas e nos ovários, apendicites, tuberculose e endometriose. Por isso, quem tem endometriose e nunca operou pode, sim, ter aderências. As aderências se formam mesmo sem cirurgias, e, podem surgir imediatamente após a cirurgia. E, somente a cirurgia, pode retirar as aderências. 

Sobre o doutor Hélio Sato:

Ginecologista e obstetra, Hélio Sato é especializado e endometriose e em laparoscopia. Tem graduação em Medicina, Residência Médica, Preceptoria, Mestrado e Doutorado em Ginecologia pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP),  e foi corresponsável do Setor de Algia Pélvica e Endometriose da mesma instituição.

Hélio Sato tem certificado em Laparoscopia pela Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e de Obstetrícia. É membro da AAGL “American Society of Gynecology Laparoscopy” e é coordenador de pesquisas da clinica de reprodução humana GERA e está à frente nas seguintes linhas de pesquisas: endometriose, biologia celular e molecular, cultura celular, polimorfismo gênico e reprodução humana. (Acesse o currículo Lattes do doutor Hélio Sato). 

domingo, 14 de setembro de 2014

"A VIDA DE UM ENDOMARIDO": QUANDO SOMOS SURPREENDIDOS POR MÉDICO HUMANO NA URGÊNCIA (P.S.)!



imagem cedida por Free Digital Photos

No texto de hoje, nosso endomarido, Alexandre, retrata mais uma ida de sua esposa ao hospital. É muito comum uma portadora de endo ser maltratada quando procura ajuda médica para algum problema, seja ela por agressões verbais, psicológicas e até mesmo em atitudes. Em especial quando vamos à urgência médica, como no caso citado pelo Alexandre. Porém, podemos sim ser surpreendidos por médicos do bem, médicos educados, médicos do bem.  Ser médico é muito mais que cursar uma universidade, ser médico é um dom dado por Deus a algumas pessoas. Infelizmente, nem todos os médicos são agraciados com esse dom. Por isso, em qualquer lugar do mundo há médicos que nasceram com esse dom divino, bem como médicos que não o tem. O importante é não perdermos a esperança de que sempre poderá ter um anjo chamado de médico em nosso caminho. Beijo carinhoso!! Caroline Salazar


Quando somos surpreendidos por um médico humano na urgência!

Por Alexandre Vaz

Existem muitos dias, a maioria deles em que recorremos a um hospital, clínica ou posto de saúde, e antes de entrar no consultório, já receamos a reação do médico. É como se fôssemos um cachorro depois de tomar uma surra. Os apelidos que a portadora recebe dos próprios médicos ferem fundo e só alguém sem coração cutuca na ferida de quem sofre demais.

No dia 5 de setembro, uma sexta-feira, eu tive de sair mais cedo do trabalho. Minha esposa me pediu ajuda e eu vim, peguei ela em casa e levei-a ao Hospital dos Lusíadas, em Lisboa. É um hospital recente, com boas condições, mas até em locais desses tem quem xingue os pacientes, e, por isso, a gente entra sempre de pé atrás, meio na defensiva. Qualquer portadora sabe do que eu estou falando.

Hoje eu fui surpreendido. Nem sempre posso acompanhar minha esposa, mas sempre que dá vou com ela ao médico. Na urgência fomos recebidos por uma médica jovem. Moça bonita, bem cuidada, com muita coisa para se achar, mais do que muitas peruas por aí que não têm metade. Aproveito para referir que foi a primeira vez que nos viu na vida, e pelo trato inicial, eu até achei que já conhecia a minha esposa. Ela escutou com atenção, e quando abriu a boca para falar, a gentileza e o cuidado nas palavras que ela usou quase me emocionou. Deu para entender que ela sabia algo sobre endometriose e fibromialgia. Minha esposa tem as duas doenças. Uma consulta não é muito para avaliar a competência técnica de um médico, mas é mais que suficiente para avaliar a dimensão humana. Encontram-se poucos assim, sobretudo, entre as mulheres que tendem a ser cruéis com as pacientes. A doutora Ana foi o completo oposto. Nos recebeu de braços abertos sem nos conhecer de lugar algum, procurou animar a minha esposa, foi até meiga. Fez a parte dela sem precisar xingar, sem mostrar má vontade, quase uma amiga.

Deus a conserve nesta função por muitos anos. Talvez, o seu exemplo inspire outros médicos a serem mais humanos com seus pacientes. Ser médico é diferente de concluir o curso de medicina. Qualquer um que tenha grana para pagar e estude bastante pode fazer o curso. Ser médico é algo mais. Considero como sendo um chamamento, tal como o sacerdócio. Médico já nasce assim, tem o coração no lugar certo. Muitas vezes sacrifica o seu tempo pessoal, a família, os amigos para acudir a quem precisa. Um médico honra seu juramento hipocrático, cuja premissa mais importante é de não causar mal algum.

A violência psicológica sentida pelas portadoras quando estão perante muitos médicos é indescritível. Felizmente existem exemplos como o da doutora Ana Miranda, que hoje me deu um pouco de esperança no futuro da classe médica. Sendo conhecida a situação difícil que os médicos e enfermeiros atravessam em Portugal, de excesso de trabalho e cada vez piores condições para atenderem os pacientes, esta médica é uma lufada de ar fresco. Destaco também a simpatia dos restantes funcionários com quem contatei. Fica assim o meu agradecimento à doutora, os parabéns à administração do Hospital dos Lusíadas pela profissional que contrataram, e o desejo de que cada portadora tenha a sorte de descobrir um médico assim, pois infelizmente parece que a maioria se formou lidando com gado em vez de pessoas.

A conta no final não foi barata, mas senti que a minha esposa foi tratada com respeito e saí de lá com o bolso mais vazio, mas com um sorriso no rosto. Portadora de fibromialgia não pode ficar nervosa pois agrava desde logo a dor. Enquanto escrevo ela está já na cama, esgotada de não ter dormido nas últimas duas noites, mas serena e eu estou um pouco mais aliviado.

Bem haja doutora Ana Miranda, espero encontrá-la novamente caso precise dos seus serviços.

domingo, 31 de agosto de 2014

INSCREVA-SE PARA A 2ª EDIÇÃO DA ENDO MARCHA BRASIL E VENHA MARCHAR POR MILHÕES DE MULHERES!

Logo oficial da Marcha Mundial pela Conscientização da Endometriose - Time Brasil
Já iniciamos as inscrições gratuitas dos voluntários da 2ª edição da Marcha Mundial pela Conscientização da Endometriose,que será realizada no dia 28 de março de 2015, o último sábado do mês internacional de conscientização da endometriose. Considerando nosso trabalho de 4 anos e meio, podemos dizer que tivemos alguns avanços desde então, como por exemplo, de termos trazido ao Brasil março como o mês de conscientização da doença. Em março de 2012, o A Endometriose e Eu começou a abordar essa questão e tinha um sonho: trazer ao Brasil o que vários países já faziam: a conscientização da endometriose neste mês. Dito e feito! No ano seguinte, em 2013, o blog, com a ajuda de algumas leitoras, idealizou o primeiro evento da doença no país no mês de março, o I Brasil na Conscientização da Endometriose no Vão Livre do MASP, em São Paulo, o primeiro evento de panfletagem que explicava os sintomas da doença no Brasil . Um  sonho realizado!! Em 2014, além de promover esse evento de panfletagem, entramos para a história internacional da endometriose ao promovermos a I Marcha Mundial. Para 2015, São Paulo, Espírito Santo, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul já estão inscritos. Quem quiser coordenar a marcha em seu estado favor escrever para endomarch.brazil@gmail.com 

Pequenos avanços já foram feitos, inclusive, participamos do Seminário "Debatendo sobre a Endometriose" na Câmara dos Deputados, em Brasília. Porém, muitos outros avanços, avanços maiores e importantes ainda precisam ser feitos, já que uma de nossas missões é ter tratamento digno e humanizado pelo SUS, em pelo menos todas as capitas brasileiras. Aos poucos começamos a fazer a diferença, pois é preciso agir mais com união. Agora já estamos em contagem regressiva para a Endo Marcha 2015, que será num sábado. Clique aqui, faça seu cadastro e ajude-nos a salvar vidas femininas. Exerça sua cidadania e faça a diferença na vida de mais de 6 milhões de brasileiras. Alguma delas pode estar muito perto de você.  Basta preencher uma única vez o cadastro! A marcha é o primeiro movimento em massa em prol de uma doença que tem como objetivo de conscientizar a população no geral, e a chamar atenção dos governantes a respeito deste problema de saúde pública que acomete cerca de 200 milhões de meninas e mulheres no mundo todo. Muitas estão em estado incapacitante por conta desta doença que poucas pessoas conhecem. Junte-se a nós e vamos construir um Brasil melhor para nossos filhos. Beijo carinhoso!! A capitã Caroline Salazar

Curta e compartilhe a fanpage oficial da Endo Marcha Brasil: https://www.facebook.com/pages/EndoMarcha-Time-Brasil/527727970683730?fref=ts

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

NOSSA ENDOMAMÃE TATIANA FALA SOBRE ENDOMETRIOSE NO PROGRAMA VIDA & SAÚDE, DA TV NOVO TEMPO!!


Na última semana foi ao ar a entrevista da nossa endomamãe Tatiana Furiate no programa “Vida & Saúde”, da TV Novo Tempo, gravada quando Hadassa ainda estava na barriga da mamãe. Uma entrevista muito informativa sobre endometriose e maternidade. Tatiana tira alguns mitos sobre a doença, fala da demora do diagnóstico por conta da falta de paciência dos médicos em ouvir suas pacientes, dos sintomas, os exames que diagnosticam a doença. Um bate-papo rápido e muito informativo! Beijo carinhoso!! 


segunda-feira, 25 de agosto de 2014

"SUPERANDO A ENDO INFERTILIDADE": O QUE É SER MÃE E SER PAI PRA VOCÊ? O VERDADEIRO SENTIDO DA GESTAÇÃO!!

O que é ser mãe pra você? E o que é ser pai? Em 2010, na primeira coletiva de imprensa que fui como jornalista do A Endometriose e Eu conheci uma leitora do blog. Assim que cheguei na sala, ela logo me disse: “Você é a do blog de endometriose?” Respondi: “Sim.” Vou chamá-la de D. A D. disse que já tinha conversado comigo algumas vezes por email e que queria contar sua história após a coletiva. Durante o almoço sentamos juntas, e estava curiosa para ouvir sua história. Um jornalista adora ouvir casos e histórias, ainda mais no meu caso que sou do interior de Goiás!.   

Portadora de endometriose grau III, a D. disse que estava tentando engravidar, e como não conseguiu, ela resolveu ser mãe independente de ela gestar ou não a criança. A frase que ela me disse em 2012 até hoje está fresca em minha memória. “Eu sempre quis ser mãe, e ser mãe pra mim, não é apenas gerar uma criança, é dar amor, criar, educar. Já que não consegui gerar, não vou deixar meu sonho de ser mãe para trás, por isso resolvi adotar e ser mãe”. Ela adotou uma bebê recém-nascida e, poucos meses depois, descobriu que estava grávida. Ela engravidou naturalmente sem planejar! Quando a conheci ela estava de quase 6 meses, e com uma filha de pouco mais de 8 meses. Isso me emocionou tanto! Imediatamente falei a ela: "Minha querida, você fez a maior gentileza, a maior nobreza que um ser humano pode fazer. Com isso, Deus te retribuiu."

Deus é realmente incrível! E é por isso (e por sugestão do nosso endomarido Alexandre) que coloco este emocionante vídeo, que retrata muito bem a emoção de um casal quando vai ao encontro de seu filho gerado no coração. O vídeo fará todos refletirem a respeito do verdadeiro sentido "o que é ser mãe ou pai?" Seja no ventre ou não, o primeiro lugar que um filho precisa ser gerado é no coração. A emoção do primeiro encontro com o filho é a mesma.  Espero que esta história de final feliz alimenta ainda mais a fé de quem está tentando gerar seu filho, e que leva mais esperança e perseverança para que vocês não desistem nunca. E lembre-se: se nós fomos adotados pelo nosso grande Pai e Mestre, por que nós não podemos seguir seu exemplo? Preparem os lenços! Beijo carinhoso!!

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

"COM A PALAVRA, O ESPECIALISTA" DOUTOR HÉLIO SATO!!

Quando uma mulher com endometriose recebe a notícia da gravidez, a ansiedade vem a mil, principalmente, quando ocorre alguns sangramentos. Nossa, o medo da perda do tão sonhado bebê é ainda maior. Porém, nem todo sangramento é preocupante. É preciso ficar bem atenta em sua intensidade, quantidade. “Em Com a Palavra, o Especialista”, o doutor Hélio Sato aborda esta questão, e, também, a do cisto folicular. É normal ter este cisto? Dá para engravidar com ele? É realmente possível ter dores durante a ovulação? O doutor Hélio Sato responde:

- Estou no início de uma gravidez e tenho tido sangramentos, pouco, nada muito forte. Li que eles podem ocorrer na implantação do embrião, e também, na formação do saco gestacional do bebê. Até que ponto os sangramentos são normais, e quando não são. E, em questão de fluxo também, gostaria de saber se há a quantidade considerada normal? Anônimo - São Paulo

Doutor Hélio Sato: Sim! Por volta de 30% das mulheres tem algum sangramento no início da gestação. Infelizmente, não há parâmetros que separarem se o sangramento pode ser um aborto ou se é um sangramento inofensivo. Somente a dosagem do Beta HCG (exame de sangue que verifica se a mulher está grávida ou não) seriado ou o ultrassom obstétrico podem avaliar melhor a "boa evolução" da gravidez.   

- Tenho um cisto folicular no ovário direito e sinto dor direto. Ele está de 5 cm, e minha menstruação já não vem há 5 meses. Mesmo sem menstruar, sinto cólicas todos os meses. Quero muito engravidar, esse cisto prejudica uma possível gravidez? É indicada a cirurgia para retirá-lo? Ou dá para tentar engravidar assim? Mayanne Melo

Doutor Hélio Sato: Os óvulos ficam armazenados nos ovários e todo mês uma pequena parcela de óvulos são convocados para pré-amadurecer e, com passar de dias, habitualmente 14 dias após a menstruação, um desses óvulos alcança a sua maturidade plena e assim é liberado para a captação pela tuba (fenômeno conhecido como ovulação). Os óvulos se desenvolvem dentro de um cisto (“bolinha” com líquido) e, portanto, o cisto folicular é um achado normal e, aliás, necessário para a ovulação e gravidez. A ovulação pode ser dolorosa em algumas pacientes em alguns ciclos menstruais, habitualmente, esta dor é autolimitada, ou seja, melhora espontaneamente após alguns dias. Sendo esta dor persistente e normalmente o cisto folicular não alcança esta dimensão de 5 cm sugiro a reavaliação tanto do cisto quanto do dor.

Sobre o doutor Hélio Sato:

Ginecologista e obstetra, Hélio Sato é especializado e endometriose e em laparoscopia. Tem graduação em Medicina, Residência Médica, Preceptoria, Mestrado e Doutorado em Ginecologia pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP),  e foi corresponsável do Setor de Algia Pélvica e Endometriose da mesma instituição.

Hélio Sato tem certificado em Laparoscopia pela Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e de Obstetrícia. É membro da AAGL “American Society of Gynecology Laparoscopy” e é coordenador de pesquisas da clinica de reprodução humana GERA e está à frente nas seguintes linhas de pesquisas: endometriose, biologia celular e molecular, cultura celular, polimorfismo gênico e reprodução humana. (Acesse o currículo Lattes do doutor Hélio Sato). 

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

PATRÍCIA GASTALDI, DO ENDOMETRIOSE BRASIL, NO ENDOMULHERES DESTA QUINTA-FEIRA, DIA 21, ÀS 9H!!



No EndoMulheres desta quinta-feira, dia 21, às 9h, nossa entrevistada é a portadora de endometriose e coordenadora do grupo Endometriose Brasil, Patrícia Gastaldi. Aproveitei sua rápida passagem por São Paulo e fiz uma excelente entrevista com ela.  Já contamos a história da Patricia  aqui no blog; Portadora de endometriose pélvica e no diafragma, Patrícia vai falar sobre as seis cirurgias as quais já se submeteu, dentre elas, a que ela foi enganada, como já contamos na história dela aqui no blog. Uma história de muita luta, mas que vai servir de inspiração para muitas endomulheres. Patrícia fala também da iniciativa de fazer o grupo junto com a amiga Adriana Heinz, que oferece apoio às portadoras de endometriose, o Endometriose Brasil, um grupo ético que escolhi para ser parceiro do A Endometriose e Eu


O logo do programa desenvolvido especialmente pela nossa querida designer, Monica

EndoMulheres é o primeiro programa do Brasil, e, provavelmente, o primeiro do mundo especializado em endometriose. Além do mais, é o único voltado aos profissionais de saúde. Nosso lema é educar e conscientizar quem tem paixão por cuidar de nós. Todo dia, em horários diferentes, para você ter mais comodidade. Se você não pode assistir em nenhum horário, após serem hospedados na TV UOL, os programas estão armazenados também na coluna  Programa EndoMulheres, na aba superior. Veja os horários da semana na grade de programação. Todos os dias em horários diferentes. E, agora também, na coluna do programa que é hospedado na TV UOL aqui no blog.Assista aqui todos os programas EndoMulheres! Um beijo carinhoso!!