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terça-feira, 2 de agosto de 2016

"SAÚDE & BEM-ESTAR": OS TRATAMENTOS FISIOTERAPÊUTICOS PARA A CONSTIPAÇÃO INTESTINAL!!

Fonte Blog Farmácia Eficácia

Depois de abordamos o que é a constipação intestinal, o modo correto de evacuar, o formato e os tipos de fezes, a fisioterapeuta Ana Paula Bispo traz os tratamentos fisioterapêuticos que trata a constipação intestinal crônica. Uma dica que dou a todas é beber muita água. A água é uma forte aliada no combate à prisão de ventre. O estilo de vida da pessoa também conta e muito. Por isso uma alimentação saudável e balanceada também é o primeiro passo que vai ajudar a tratar a constipação intestinal. Beijo carinhoso! Caroline Salazar

 Os tratamentos fisioterapêuticos para a constipação intestinal

Por doutora Ana Paula Bispo 
Edição: Caroline Salazar


O tratamento fisioterapêutico para a constipação intestinal crônica tem como objetivo a eliminação de fezes com consistência normal e o esvaziamento total do intestino.

Orientações gerais:

O esclarecimento da paciente começa durante o exame, ao serem discutidos os hábitos alimentares, orientando-as a procurar um nutricionista, hábitos de esvaziamento do intestino. Deve-se alertar para as consequências negativas que o uso da prensa abdominal durante o esvaziamento acarreta para a bexiga, intestino e o assoalho pélvico. 

Posicionamento para evacuar:

O ensino do posicionamento correto para evacuar, na maioria das vezes, é suficiente para promover o esvaziamento total e sem esforço. É importante alertar a paciente a não adiar a ida ao banheiro: o conteúdo intestinal continua endurecendo na luz do reto, tornando a evacuação mais difícil e dolorosa.

Prática de atividade física:

A prática de atividade física é importante, pois além de melhorar a constipação intestinal crônica, a mobilidade incentiva o peristaltismo intestinal (nota da editora: movimento que o intestino faz para empurrar o bolo intestinal), reduzindo a duração do trânsito gastrointestinal.

Massagem do cólon:

Esse tipo de massagem melhora o peristaltismo intestinal e facilita o esvaziamento do reto. Pode ser feito tanto pelo fisioterapeuta quanto pela própria paciente, desde que devidamente orientada. Consiste em massagear o colón ao longo de seu trajeto, realizando movimentos circulares sempre no sentido horário.

Biofeedback:

Muitos pacientes encontram dificuldades quando têm de perceber a musculatura do assoalho pélvico e contrair e relaxá-la corretamente. O aparelho do biofeedback é utilizado para ajudar a paciente a realizar a contração e o relaxamento corretos desses músculos.

Método do balão:

O balão é introduzido no reto para ajudar a paciente a treinar a atividade reflexa da musculatura do reto e dos esfíncteres, a aumentar a elasticidade do reto e a aumentar a sensibilidade do mesmo. Como na constipação há uma diminuição da sensibilidade retal, a paciente não percebe a necessidade de evacuar. O método do balão visa melhorar a sensibilidade do reto para pequenos volumes, de modo que a paciente volta a sentir a necessidade de esvaziar o intestino.

Sobre a fisioterapeuta Ana Paula Bispo:

Ana Paula Bispo é fisioterapeuta, atualmente faz doutorado em Urologia na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), é mestre em Ginecologia pela Unifesp, mesma instituição que fez especialização em Reabilitação do Assoalho Pélvico, e docente do curso  de Pós Graduação de Fisioterapia em Uroginecologia da Universidade Estácio de Sá. Siga a fanpage da doutora Ana Paula Bispo.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

OBRIGADA, AMIGOS, POR SEGUIREM O BLOG!! JUNTOS, COM CERTEZA, FAREMOS A DIFERENÇA!!

Na verdade, já faz um tempo que quero escrever isso, mas sempre tem algo na frente. Este post é muito especial, de agradecimento. Infelizmente, quando você fala que está doente, sofremos muito preconceito por parte da sociedade. E, é ainda pior, quando essa doença é um enigma, ainda desconhecida de muitos médicos e, consequentemente, de muita gente. Uma vez escutei de uma pessoa: “Eu estava conversando com um médico ontem, e ele falou que endometriose não é nada”. Eu nem lembro o que respondi, mas tive vontade de vomitar na cara dessa pessoa. Perguntei se era algum especialista na doença, mas não era. Fiquei aliviada e, ao mesmo tempo, preocupada com a porção de médicos porcarias que temos aqui. Aliás, estou editando a história da Hosana Santana e, coitada! Ela foi vítima de vários desses. Vários!! Com isso, ela ficou traumatizada e não queria mais procurar nenhum outro especialista na doença. Só tentou mais uma vez, por incentivo do noivo e, graças a Deus, ela caiu nas mãos do nosso querido Dr. Hélio Sato. Como já disse no blog, já escutei coisas absurdas de homens, de que não seguiria o blog, para que outras pessoas não acharem que eles estão doentes. Isso é o mais absurdo que já escutei e, só para complementar, a endometriose não é sexualmente transmissível, viu gente. Também fiquei magoada por convidar algumas amigas, amigas de muitos anos para participarem do blog, mas era como se eu sempre estivesse falando sozinha. Agora, o pior é quando você escuta de uma dessas: “A fulana tem endometriose e faz tudo. Trabalha, estuda, sai. Tem a vida nornal.”. Eu só respondi: “Graças a Deus que ela ainda está bem.”. Sim, ainda, porque a doença é crônica e muito, mas muito perigosa. Nesse papo, ainda veio falar: “O médico dela é ótimo, porque ela realmente faz tudo. Depois de ir a tantos médicos, ela encontrou um bom, pois consegue ter uma vida normal com o tratamento que faz.”. O que essa pessoa não sabe, mas juro que tentei explicar, é que cada organismo reage de um jeito. E, qualquer problema emocional que tivermos, a danada pode voltar. Mas uma coisa, eu disse: “não troco o meu médico por nada nesta vida. Se estou viva é por ele, por sua competência. Porque o próprio médico disse-me que não sabia como eu ainda andava e respirava.”. Vai ver a amiga dela descobriu a endo a tempo. Que bom! Menos uma sofredora neste mundo. Porque eu sofri oito anos com as terríveis dores e, de acordar berrando nomeio d noit e, ao todo foram uns 15 doente sem saber!! Agora, e se ao invés de endometriose, eu tivesse sido diagnósticada com algum tipo de câncer. Ah, todo mundo viria me visitar e, com certeza, participaria do blog. Em uma de minhas consultas ao ginecologista na UNIFESP, antes de tomar o Zoladex, o Dr. Eduardo Schor foi bem claro comigo: "Caroline, vamos ter FÉ. Porque a doença é cruel, quase ninguém sabe disto. Para nós, especialistas, alguns casos são piores do que muitos cânceres.". Escutei atentamente, questionei, mas confeso que eu também não acreditei. Só consegui ter noção disso que o Dr. Schor falou quando conheci, por telefone, a querida Maria Helena Nogueira, a Lia. Ela tem endometriose há 25 anos e já não anda mais. Vive na cama, sai de lá apenas na cadeira de rodas e toma morfina a cada quatro horas. Será que era isso que o Dr. Schor estava falando? Com certeza deve ser. Hoje vou conhecê-la, pois quero entrevistá-la, tirar fotos para mostrar aqui. Ela vive igual a minha tia quando estava em um câncer terminal.

Por isso faço questão de citar e agradecer aos meus queridos amigos que seguem o A Endometriose e Eu. Amigos que eu digo, aqueles que realmente me conhecem, em carne e osso. Porque todos os meus 45 seguidores são meus amigos. Para esses aqui, eu não precisei falar nada. Quando falei do blog, eles já pediram o endereço e aqui estão. A Marina Forte é uma amiga incrível, que Deus colocou em minha vida e, desde então, não saiu mais. Por muitas vezes me deu conselhos e, carinhosamente, a chamo de mãe. Sei que você não tem idade para ser a minha mãe, mas isso significa que você é muito especial em minha vida. É muito generosa e mãe da sapeca Isabella; a Camila, da Marias Bijoux, conheci há pouco tempo, em uma feira, mas ela logo se interessou pelo assunto e, de pronto, entrou aqui. Ela tem uma filha e sabe a importância da informação. A Laryssa Ferro e a Larissa Martins são minhas amigas de infância e moram na cidade onde nasci, Rio Verde, Goiás, a Ferro, inclusive é portadora de endo. Essas são amigas de verdade. São as únicas que estão aqui! Mesmo longe, as carregarei para sempre em meu coração; a Aline Lílian trabalhou comigo em um site de celebridades e, assim que soube do blog, já estava aqui; a Sueli Ferreira e a Tayná Ferreira, mãe e filha que sabem das minhas limitações e da minha luta em prol de outras mulheres; a Marcia Pereira amiga e fisioterapeuta, com certeza, deve saber como a doença é cruel; o Vagner Borges e o Juliano Vieira amigos queridos e únicos homens que estão aqui, além do meu namorado, claro, que apoiam a minha luta; Marcos Vieira, meu namorado, não preciso falar nada; Marcelli D´Andrea mais que uma amiga, uma irmã que Deus colocou em minha vida. Mesmo muito longe, ela está presente todos os dias; Fabi Kaminski uma pessoa que adoro, assim que soube do blog já estava aqui; Kátia Serafim amiga e fisioterapeuta, sabe de tudo o que passei, de todas as minhas lutas e como a doença é maldosa; Caú uma amiga muito querida e uma das incentivadoras do blog e, a primeira seguidora; Lu Palmeira mais do que irmã, um dos meus anjos na Terra, foi ela quem me encaminhou à UNIFESP e, foi ela também, a responsável pelo nome do blog; Mirela Luiz trabalhou comigo em uma revista de celebridades e, assim que soube do blog, logo entrou. Agora, já é mamãe de uma menina e, com certeza deve saber do que a doença é capaz de fazer com as mulheres.

Agradeço também as fisioterapeutas da UNIFESP que estão aqui: Ana Paula Bispo, uma querida que me trata desde que estou lá, escreveu alguns posts no blog sobre o meu tratamento e, sabe de tudo o que passei, é tambem grande incentivadora do blog; Ana Carolina e Aline, duas mãos abençoadas que também me trataram e a Fabiana, que assistiu a algumas das minhas sessões e que também tem endo. Obrigada a todos vocês de coração. Tenho certeza que unidas venceremos e juntas, com certeza, salvaremos muitas mulheres das dores insuportáveis! Beijos com carinho!